04/04/2010

Ovos de Páscoa, Coelhinhos, Pintinhos e Cordeiro...

Em tempos passados; ovos, juntamente com a carne, não eram consumidos durante a Quaresma. Quando chegava a Páscoa, os ovos eram pintados de vermelho para simbolizar a alegria do novo tempo litúrgico. O pintinho emergindo-se do ovo é crido ser o simbolismo de Cristo saindo do túmulo.

Na cultura pagã, o ovo era um sinal de vida nova e o coelho era sinal de fertilidade que botavam ovos, por isso temos o "Coelhinho da Páscoa".

Quão infeliz constatar que esse costume pagão tenha novamente reaparecido; em nossos tempos testemunhamos a abundância de Coelhos da Páscoa, enquanto é raro encontrar Nosso Senhor Ressuscitado. Esse ano, vamos encorajar á todos para que voltem ás nossas tradições cristãs... nós temos inúmeras e lindas tradições! Vamos banir o "Coelhinho" e celebrar o Cordeiro de Deus! Não foi coincidência que Jesus, o verdadeiro Cordeiro Pascal, foi crucificado na Festa do Passover, quando o figurativo cordeiro era sacrificado. Vamos tirar proveito de Seu Sacrifício que é renovado diariamente no Sacrifício da Santa Missa.

Ao consumí-Lo na Santa Eucaristia, Ele nos consumirá!




Catholicstationery

03/02/2010

Padres inventores





Descendo das alturas teológicas e filosóficas para o campo das ciências e das descobertas, os padres ocupam, de novo, o primeiro lugar.

Entre centenas, citemos os mais conhecidos:

Os padres Oton e Ardoíno inventaram o alfabeto.

O padre Rogério Bacon inventou o telescópio.

O padre Zeucchi aperfeiçoou-o, em 1652.

O padre Humberto, o grande, inventou a bússola.

O padre Flávio, de Nápoles, aperfeiçoou-a.

O padre Tiago, de Vitry, aplicou-a à navegação.

O padre Cassiodoro, em 505, inventou o relógio.

O Papa Silvestre II fez o primeiro relógio de rodas.

O padre Pacífico, de Verona, inventou o relógio de bolso.

O padre Welogord, em 1316, fez o primeiro relógio astrológico.

O padre Alexandre Spina, dominicano, no 13º século, inventou o óculos.

O padre Magnon inventou o microscópio.

O padre Embriaco descobriu o hidro-cronômetro e o sismógrafo.

O padre Bertoldo Schwartz inventou a pólvora.

Dom Galeno, bispo de Munster, descobriu as bombas.

São Boaventura a teoria da termodinâmica.

Os padres Lona e Becaria descobriram as leis da eletricidade.

O padre Secchi, jesuíta, descobriu a análise espectral.

O padre Procópio Divisch, em 1759, descobriu o pára-raios, e não Franklin, que fez apenas aplicá-lo à proteção das casas.

O santo padre Beda descobriu as leis das marés.

O padre Gilbert introduziu os algarismos arábicos.

O padre Guido d’Arezzo inventou as notas musicais.

O padre José Joaquim Lucas, brasileiro, inventou o melógrafo, ou modo de escrever as notas e sinais que correspondem à escrita musical.

O padre Alberto, saxonio, imaginou as leis da navegação aérea.

O padre Bartolomeu de Gusmão, em 1720, fez a aplicação destas leis aos aerostatos, 60 anos antes de Mongolfier.

O padre Amaro, monge, foi o desenhador da célebre carta marítima, em 1456, que inclinou Colombo às suas explorações.

O padre Gauthier, em 1753, aproveitando as experiências de Papin, Dickens, Watt, inventou o moderno funcionamento da navegação.

O padre Nollet inventou as máquinas elétricas e descobriu a eletricidade nas nuvens.

O padre Raul, vigário de Sfax, é o verdadeiro inventor do submarino moderno.

Um padre dominicano, italiano, é o inventor das máquinas de compor, ou linotipia.

Os padres jesuítas são os descobridores do gás.

O padre Duen fundou, em 1715, a primeira fábrica de gás.

Foi um padre brasileiro quem inventou a máquina de escrever.

O padre Painton inventou a bicicleta, em 1745.

O padre Barrant, monge, descobriu o freio das locomotivas.

O padre cavalieri, jesuíta, inventou a policromia.

O bispo Regiomontanos, de Ratisbona, descobriu a teoria da imobilidade do sol e do movimento da terra em redor dele (em 1470). Isto é, 10 anos antes do padre Copérnico.

O padre Copérnico, polaco, achou o duplo movimento dos planetas sobre si mesmos e em volta do sol.

Os padres Ponce e Epée, beneditinos, estabeleceram o método da educação dos surdos-mudos, etc., etc…

O padre J. B. de La Salle foi o primeiro a fundar escolas livres.

O padre Fegenece foi o primeiro a praticar a gravura nas vidraças.

O cardeal Mezzofanti foi o maior conhecedor de línguas do século passado.

O bispo Virgílio, de Salzburg, foi o descobridor da existência dos antípodas.

O padre Alberto Magno, dominicano, descobriu o zinco e o Arsênico.

O cardeal Régio Fontana inventou o sistema métrico.

O padre Lucas de Borgo é o inventor da Álgebra.

Fonte: Livro “Ataques Protestantes às verdades católicas”. Autor: Pe. Júlio Maria.


http://www.santotomas.com.br/?p=476#comment-53

O que é a eternidade?




Há uma concepção parcialmente errônea da atual divina eternidade entre aqueles que se contentam em definí-la como uma duração sem começo e sem fim, pensando vagamente a respeito como tempo sem limite, tanto no passado quanto no futuro.

Tal noção de eternidade é inadequada: porque o tempo que não tem começo, -não tem primeiro dia-, sempre será, entretanto, uma sucessão de dias, anos, séculos; uma sucessão abraçando um passado, um presente e um futuro. Isso de forma alguma é eternidade. Nós podemos voltar ao passado e enumerar os séculos sem jamais chegarmos no fim, assim como podemos pensar num tempo vindouro aonde nós imaginamos atos futuros das almas imortais como uma série sem fim. Mesmo se o tempo não tivesse começo, ainda assim nós teríamos tido uma sucessão de momentos variados.

O instante presente, que constitui a realidade do tempo, é um transitório instante entre o passado e o futuro ("nunc fluens", diz-nos São Tomás), um transitório instante como as águas de um rio, ou um aparente movimento do sol, do qual contamos os dias e as horas. O que, então, é o tempo? Como diz-nos Aristóteles, é a medida do movimento, mais especialmente da moção do sol ou da terra em torno do mesmo, a rotação da terra em seu eixo constituindo um dia e, um ano, ao redor do sol. Se a terra e o sol foram criados por Deus desde toda eternidade e o movimento regular da terra ao redor do sol não teve começo, nós não teríamos o primeiro dia ou o primeiro ano, mas teríamos sempre tido uma sucessão de anos e séculos. Tal sucessão teria tido, então, uma duração infinitamente inferior á eternidade; pois teríamos sempre tido a distinção entre passado, presente e futuro. Em outras palavras, multiplique os séculos por milhões e milhões e ainda teremos tempo, sempre; não importa a soma do resultado alcançado, pois ele nunca será eternidade.

Se definirmos, então, a divina eternidade como uma duração sem começo ou fim é inadequado, como definí-la? A resposta da Teologia é de que seja uma duração sem começo ou fim, mas com essa característica muito distinta, que nela não há sucessão de passado e futuro, e sim um eterno presente. Não é um rápido instante como o passar do tempo, mas um instante imóvel que nunca passa, um instante inalterável. É o "agora que fica, não o que flui e desaparece", nos diz Santo Tomás (Ia, q. 10, a. 2, obj. ia), como a manhã perpétua que não possui madrugada e não conhecerá anoitecer. Como devemos compreender esse único instante de uma eternidade imutável? Aonde tempo, essa sucessão de dias e anos, é a medida de um aparente movimento do sol ou a real moção da terra, eternidade é a medida ou duração do ser, do pensamento e do amor de Deus. Esses sim são absolutamentes imutáveis, sem mudanças, variações ou vicissitudes. Como Deus é, por necessidade, a infinita plenitude do ser, não existe nada para Ele ganhar ou perder. Deus nunca pode aumentar ou diminuir em perfeição; Ele é a própria imutável perfeição.

Essa fixação absoluta do ser divino extende necessariamente para Sua sabedoria e arbítrio; qualquer mudança ou progresso na sabedoria ou amor divino acarretaria imperfeição.

A imutabilidade, no entanto, não é uma imutabilidade de inércia ou morte; e sim da vida suprema, possuindo uma vez por todas tudo o que é possível e correto, não tendo assim que adquirí-la ou correr o risco em perdê-la.


(Continuação num vindouro post)
Excerto de Providência, Fr. Garrigou-Lagrange, O.P.

13/01/2010

Trailer do filme sobre Arcebispo Lefebvre

O filme está marcado para ser lançado no final de 2010. Se vocês quiserem contribuir financeiramente ou com algum conteúdo, favor contactar contactar a página indicada abaixo:

http://www.lefebvrethemovie.org/?page_id=10



Aproveito para lembrar aqueles que não puderem contribuir com conteúdo ou ajuda financeira, que ajudem na divulgação.

Laus Deo!

Anedotas e "causos"...

Bem, apesar de ter alguns artigos e traduções quase prontos para serem publicados, decidi postar o meu primeiro artigo do ano de forma ainda não usada nesse blog: com humor e descontração.

Afinal, "O brincar é necessário para (levar) a vida humana" (Santo Tomás de Aquino, “Suma Teológica”, II-II, 168, 3, ad 3).

Não que o momento seja exatamente oportuno baseando-se no ponto de vista de como anda a Igreja e consequentemente o mundo, mas pela esperança e desejo de que o júbilo de uma ou outra descontração possa se repetir ao longo desse ano também em coisas mais importantes, creio que, por hora, irei seguir esse conselho do Aquinate.

*Comecemos, então, com uma análise do céu e do inferno...

O céu é aonde:
A polícia é britânica,
Os cozinheiros chefes são italianos,
Os mecânicos são alemães,
Os amantes são franceses e tudo é organizado pelos suíços.

O inferno é aonde:
A polícia é alemã,
Os cozinheiros chefes são britânicos,
Os mecânicos são franceses,
Os amantes são suíços e tudo é organizado pelos italianos.

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*Vejamos essa do padre caçador...

Um ministro estava caçando numas Montanhas Rochosas quando, de repente, deu de cara com um enorme urso.

O susto foi tamanho que o mesmo deixou cair seu rifle - fora do seu alcance.

O urso faminto já encontrava-se sobre ele!

O ministro, então, rezou implorando: "Ó meu Deus, por favor, converta este urso num cristão!"

E instantaneamente após a oração do padre, o urso se ajoelha, eleva seu olhar aos céus e diz: " Abençoe, Senhor, esse alimento que iremos receber através de Sua bondade...."


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Por que os Anglicanos não podem jogar Xadrês?

Porque eles não sabem diferenciar o Bispo da Rainha.

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Quais foram as últimas palavras do Papa Paulo VI ao fim do Concílio Vaticano II?

Ite Missa Est - Vão, a Missa acabou!!!!

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Um homem chega para um Franciscano e um Jesuíta e pergunta: "Padre, quantas novenas devo fazer para conseguir uma "Mercedez 0Km"?

Franciscano: "Mas o que vem a ser uma Mercedez, meu filho?"

E o Jesuíta, em seguida, diz: "E o que vem a ser uma novena?"

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Quais as semelhanças entre os Jesuítas e Dominicanos?

Ambos foram fundados por Espanhóis, São Domingos fundou os Dominicanos e Santo Inácio de Loyola, os Jesuítas.

Ambas as ordens foram fundadas para combater heresias: Os Dominicanos para combater os Albingenses (ou Cátaros), e os Jesuítas para combater os protestantes.

E quais são as diferenças?

Por um acaso você já encontrou algum cátaro?

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Quantos Judeus são necessários para trocar uma lâmpada?

Nenhum - pois eles vivem na eterna escuridão.

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Um Franciscano e um Jesuíta estavam debatendo qual ordem era a maior e mais amada por Deus. E foi aí que eles tiveram a idéia de pedir por um sinal divino para esclarecerem tais dúvidas, depois de muita oração e jejum, eis a resposta dos céus:

"Meus filhos amados, favor pararem com estas discussões bobas e sem importância."

Ass: Deus, O.P

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