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22/03/2015

Neo-SSPX and Campos (+Rifan) condemns Bishop Williamson's Consecration



Campos (+Rifan) condemns Bishop Williamson's Consecration

of Fr. Jean Marie Faure


"Bishop Fernando Areas Rifan , a member of the Personal Apostolic Administration John Vianney in Campos of Goytacazes (municipality on the north of Rio de Janeiro), also condemns the ordination. Bishop Rifan is a representative of the traditional doctrine calls itself . " I am in communion with Bishop Edney [of Nova Friburgo. Note of Non Possumus blog ] . It is wrong that attitude of Dom Richard [Williamson] . He is in a schismatic attitude."
Bishop Rifan forgets that it was bishop Williamson who consecrated his predecessor, Bishop Licínio Rangel, on July of 1991? Why there is a schism now and not also then in 1991?

Source 1 and 2 


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Communiqué of the General House of the Society of St. Pius X concerning the episcopal consecration of Father Faure.


On March 19th 2015 Bishop Richard Williamson performed the episcopal consecration of Fr. Jean-Michel Faure at the Benedictine Monastery of the Holy Cross in Nova Friburgo, Brazil.


Bishop Williamson and Fr. Faure have not been members of the Society of St. Pius X since 2012 and 2014, respectively, because of their violent criticisms of any relations with the Roman authorities. According to them, such contacts were incompatible with the apostolic work of Archbishop Lefebvre.


The Society of St. Pius X regrets sincerely that this spirit of opposition has led to an episcopal consecration. In 1988 Archbishop Lefebvre had clearly indicated his intention to consecrate auxiliary bishops who would have no jurisdiction, because of the state of necessity in which the Society of St. Pius X and faithful Catholics found themselves at that time. His sole goal was to make available to the faithful the sacraments which priests ordained by the bishops would offer. After having done everything conceivable to gain permission from the Holy See, Archbishop Lefebvre proceeded with the solemn consecrations on June 30, 1988 before several thousand priests and faithful and hundreds of journalists from around the world. It was abundantly clear from all the circumstances that, despite the lack of authorization from Rome, this action done in the most public manner was for the good of the Church and of souls.


The Society of St. Pius X denounces this episcopal consecration of Father Faure, which, despite the assertions of both clerics concerned, is not at all comparable to the consecrations of 1988. All the declarations of Bishop Williamson and Fr. Faure prove abundantly that they no longer recognize the Roman authorities, except in a purely rhetorical manner.


The Society of St. Pius X still maintains that the present state of necessity renders legitimate its action throughout the world, without denying the legitimate authority of those for whom it continues to pray at every Mass. The Society intends to continue its work of priestly formation according to its statutes. It has every intention to keep the deposit of the Faith and the purity of the Church’s moral teaching, in opposition to errors, from wherever they may come, in order to pass on such Faith and morals in the traditional liturgy and by preaching, in accordance with the missionary spirit of its founder: Credidimus caritati [1 John 4:16].


Menzingen, March 19, 2015



03/08/2014

Negação dos Sacramentos: Seita de Dom Fellay se supera a cada dia...

IGREJA CATÓLICA SÃO PIO V

Aviso

Existe um grupo se auto-intitulando como "Resistência" (eles podem ser chamados de outros nomes também) que organizam Missas Tradicionais em Latim na ilha de Cebu e que estão trabalhando ativamente contra a Fraternidade de São Pio X.

Esse aviso serve como advertência do nosso Superior Distrital, Pe. Daniel Couture:

Se alguma pessoa desse grupo for pego ativamente promovendo [isso] aqui nessa Capela, tal pessoa terá os sacramentos negados.

(Nota: Se um padre visitante vir para essa capela, ele será informado de antemão sobre tais atividades e será instruído a negar os sacramentos a tal pessoa.)

Para perguntas sobre esse tema, favor tratar diretamente comigo,

Padre John Hattrup





27/02/2014

Mons. Fellay e sua aceitação de uma Missa Tridentina mesclada com Novus Ordo






Lembramos aos leitores que, não muito tempo atrás, Mons. Fellay já havia sido exposto pelo Cardeal Antônio Canizares quando o mesmo relatou o que havia ouvido de Mons. Fellay:


"Em uma ocasião Dom Fellay, que é o Superior da FSSPX, veio me visitar e disse: --'Nós acabamos de voltar de uma Abadia perto de Florença. Se Dom Lefebvre tivesse visto como eles celebram lá ele não teria dado o passo que deu.'-- O Missal usado naquela celebração foi o de Paulo VI na sua mais estrita forma."  Cardinal Caziñares

E como tal acusação parece ser caluniosa, dado o enorme grau de liberalismo e traição, deixemos aqui a admissão e tentativa de clarificação dada por Mons. Fellay; o que prova que o que o Cardeal relatou é verídico: http://archives.sspx.org/superior_generals_news/what_bishop_fellay_really_said_to_cardinal_canizares_about_the_new_mass_1-21-2013.htm



Não obstante, agora, outro membro do clero do Novus Ordo --Bispo Peter J. Elliott-- nos relata o que ouviu do próprio Mons. Bernard Fellay e seus padres Australianos:


"Sejamos realistas. Se você quiser que a Forma Extraordinária se torne a Forma Ordinária, reflita sobre os milhões de pessoas que vão ás missas vernáculas
nas nossas paróquias ao redor do mundo, em muitos países e culturas. Será que eles facilmente abraçariam uma Missa em Latim aonde só o acólito responde? E não nos esqueçamos dos sacerdotes. É por isso que alguns realismos pastorais são necessários. Mas deixe-me propôr um desafio - uma reforma da "Forma Extraordinária" seria primeiramente necessária - e eu noto que isto tem sido sugerido nos termos da participação plena, consciente e ativa do Concílio Vaticano II. "


Sabemos como essa reforma seria. Nós já a temos em nossas mãos. Seria a Missa-Diálogo em Latim, cantada ou rezada ad orientem, com as leituras no vernáculo. Em seguida, surgem algumas dúvidas acerca de outras mudanças feitas pelo Sacrosanctum Concilium [Constituição do CVII]. No contexto mais amplo da Igreja inevitavelmente surge outra questão: poderia a Forma Extraordinária ser rezada ou cantada na língua vernácula ?

Há vários anos atrás, fiquei surpreso ao ouvir isso proposto num diálogo durante um almoço com Mons. Fellay e os Padres Australianos da Sociedade de São Pio X."


http://www.newliturgicalmovement.org/#2441144109318940749

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25/02/2014

---Dom Fellay e a questão Judaica---

Em entrevista á CNS, ao ser indagado sobre a questão Judaica, notemos algumas 'cositas' ditas por Monsenhor Fellay... 

"Não reflete o pensamento dominante da FSSPX ver os Judeus como 'inimigos do Evangelho', que procuram a 'corrupção e ruína dos Cristãos."

"Eu acho que jamais -- em conversa ou sermão algum --tive que falar sobre a questão judaica ", "isso não é um empecilho para nós."

"O anti-semitismo não tem lugar em nossas fileiras"

"[A] Fraternidade São Pio X pode aceitar alguns pontos da *Nostra Aetate".

Fonte:http://www.catholicnews.com/data/stories/cns/1201985.htm

[*Documento do Vaticano II que, dentre outras coisas, absolve os Judeus do Deicício e não os tratam como rejeitados/amaldiçoados por Deus]

Lembrando aos incrédulos que, apesar de Dom Fellay também ter dito coisas verídicas ou aceitáveis na entrevista, esse obviamente não será o meu foco; um assassino não é julgado pelas coisas boas que ele fez em sua vida (i.e aguou plantas e salvou árvores, jogou lixo na lixeira, foi defensor dos animais, etc.), ele é julgado por seu assassinato. O mesmo se dá com Lutero, Calvino e até o diabo. Outra coisa, nenhuma das citações de Dom Fellay postadas aqui permitem ambiguidades (mais de uma interpretação), é bom deixar isso claro.

E por que não terminar citando o Fundador da FSSPX, Dom Marcel Lefebvre e de um de seus bispos, para termos uma noção do que sempre foi o ensinamento da Igreja Católica e da verdadeira FSSPX: Dom Marcel Lefebvre nomeou "os Judeus, os Comunistas e os Maçons" como "inimigos declarados da Igreja" em uma carta de 1985 escrita á João Paulo II.

Dom Bernard Tissier de Mallerais, que se opôs igualmente aos esforços de Dom Fellay na reconciliação com Roma, disse em 1997 que: "os Judeus são os artesãos mais ativos para a vinda do Anticristo."
http://www.catholicnews.com/data/stories/cns/1201985.htm

E ainda há aqueles que não admitem que Dom Fellay, ou a sua neo-FSSPX, sejam perfeitos liberais...



10/12/2013

An entire neo-SSPX Chapel joins the Resistence

Ciudad Del Leste - Paraguay
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Fr. Foure and an ex-seminarian from [i]La Reja [/i] (who will soon be joining the Seminary in Kentucky) have helped a whole Chapel to realize the neo-SSPX of Bp. Fellay is no longer the SSPX of Archbishop Lefebvre.

The parishioners have written to Fr. Bouchacourt, District Superior of South America, and told him he won't need to worry about sending any more priests to them because they will no longer be welcomed.

Fr. Bochacourt has been desperately trying to have a meeting with Fr. Fouré because he knows he is going after the Chapel in Asuncion as well, the only other place the neo-SSPX has Mass in Paraguay. Let's pray the faithful of Asuncion will be just as brave as the ones from Ciudad Del Leste.

It seems that Fr. Foure is shaking the grounds of Paraguay.

Deo Gratias!

09/12/2013

Mais uma cabeça rolando! (9º Edição -27 de Novembro 2013)

Meus queridos amigos ,


Eu sei que já passaram mais de dois meses desde que publicamos nossa última edição, e alguns de
vocês podem estar se perguntando o que aconteceu. Graças a Deus ainda estou vivo e dando meus pulos. Tenho simplesmente ficado muito ocupado com assuntos paroquiais (reuniões dos homens e de mulheres ; construção da sacristia ; nosso primeiro batismo, bênção de uma casa em Bellingham, WA ; melhorias para o nosso Salão ; etc) , sem esquecer a oração , estudo, e simplesmente a vida material do dia-a-dia do Priorado . Lembre-se que eu não tenho um irmão ou uma irmã para cuidar dessas coisas. Eu também tive algumas pequenas cruzes que me atrasaram (tenho estado doente com uma virose, o meu laptop teve que ser mandado para reparos ; etc). Obrigado pela sua paciência e compreensão! E tenha a certeza : Meus paroquianos estão fortes e determinados como sempre, ajudando-me muito. Além disso, o bom Deus está me ajudando em muitos aspectos, mantendo-me alegre.



E a minha situação com o Neo- FSSPX ? Em meados de Outubro, recebi minha segunda e última advertência canônica do Padre Wegner, mas ele não conseguiu me transformar em um "molenga", e eu não me preocupei em responder-lhe. Na segunda-feira , festa da grande mártir Santa Catarina, recebi por correio registado, um envelope com belos selos suíços ! Sim, era Menzingen ! De Sua Excelência Dom Bernard Fellay mesmo! Uma carta em Francês, com um título em fontes grandes e letras maiúsculas: DECRETO DE EXPULSÃO DO REV. PADRE PATRICK GIROUARD. Sim, meus queridos leitores, outra cabeça rolou na guilhotina de Menzingen: A minha! Vou dar-lhes o texto completo em uma edição posterior , mas as palavras são bastante claras: fui expulso !

Pe. Jurgen Wegner (neo-FSSPX), Dom Bernard Fellay (neo-FSSPX) & Pe. Thomas Rosica (Novus Ordo)


Mas será que fui expulso, realmente ? Estou fazendo essa pergunta porque mesmo que o texto do decreto seja claro em si, talvez o seu autor vai tentar justificá-lo dizendo que o texto seja ambíguo e sutil demais para nós entendermos! Na verdade, para usar sua própria expressão, nós leitores não estamos "em sua cabeça" . (Os leitores vão se lembrar que foi assim que Dom Fellay tentou justificar sua vergonhosa Declaração de 15 de abril de 2012) . Portanto, estou ou não estou "expulso"? Ser ou não ser é, de fato, uma questão capital! Tive a tentação de escrever e perguntar-lhe o que está "em sua cabeça" em relação a minha expulsão, mas depois percebi que a sua eventual resposta não iria me ajudar de qualquer forma! Na verdade, eu ainda seria confrontado com o mesmo problema ao ler sua segunda carta! Eu ainda não estaria "em sua cabeça"! Por isso, vou ficar com o que está na minha cabeça após ler texto em si : Fui expulso !



Bem, na realidade, o que temos que entender é que eu nunca pertenci, e pela graça de Deus nunca pertencerei, a Neo- FSSPX -- que foi criada no Capítulo Geral em Julho de 2012. A Neo- FSSPX que  oficialmente abriu as portas para um reconhecimento da Roma modernista, apesar das instruções mais recentes do Arcebispo Lefebvre . Essa porta se manteve bem aberta desde então, e cada bispo ou sacerdote que se levantou contra a mudança foi submetido a uma guilhotina "legalista" . Mesmo que seja triste ver a fundação do Arcebispo Lefebvre sendo sequestrada, assim como Roma em si tem sido por muito tempo , há um aspecto positivo a este decreto de expulsão: Para mim isso é apenas a confirmação oficial de que eu permaneci fiel a velha FSSPX, fundada pelo Arcebispo Lefebvre em Novembro de 1970! Rezem por minha fidelidade no combate, como eu rezo por vocês.

Fr . Patrick Girouard

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http://www.sacrificium.org/article/come-right-9th-edition-november-27th-2013

22/11/2013

Declaração e chamado de criação da Resistência na França

O importante comunicado foi emitido pelos padres Faure e Rioult através do website La Sapiniére. A França é o maior Distrito da FSSPX.



Em Frânces:
 www.lasapiniere.info/archives/1503


Em Espanhol:
nonpossumus-vcr.blogspot.ca/2013/11/comunicado-de-los-padres-faure-y-rioult.html

A Côrte do Canguru (Neo-FSSPX de Dom Fellay)


Padre Chazal sobre o julgamento do Padre Pinaud

Padre Françoais Chazal faz uma tradução instantânea e resumida de um texto encontrado no website da Resistência Católica Francesa (Austremoine), aonde podemos constatar a que nível a renovada FSSPX de Dom Fellay teve o despautério de chegar. Roubar informações pessoais de padres através de 'hacking', forjar e-mails com nome de padres e fingir serem eles para angariar informações de seus colegas, forjar um pseudo tribunal aonde as cartas estão marcadas, impedir que padres exerçam suas funções (mesmo as Missas privadas), etc.

Para os ingênuos que pensam que Dom Fellay possa ter mudado (pra melhor), após dizer o lógico --que o Papa é modernista--, ou que "ainda bem que não fizemos um acordo" (sic), passem a observar as AÇÕES, e não as PALAVRAS desse político traidor de mitra.

O tribunal da Neo-FSSPX condena Padre Pinaud (8 de Novembro 2013) *Legendado em Português

19/11/2013

"A maioria dos maçons não cometem nenhum pecado" - Padre Daniel Themann, neo-FSSPX

"Provavelmente a maioria das pessoas que são maçons não sabem o que é a Maçonaria, obviamente a maçonaria tenta manter esse tipo de coisa em segredo, todos nós sabemos que... na prática, a maioria das pessoas que são maçons - pelo menos muitos - não sabem o que ela realmente significa na prática; provavelmente, muitos, se não a maioria dos maçons não cometem "nenhum" pecado por ser um maçom, porque eles estão na ignorância".

Fr. Daniel Themann, professor da neo-SSPX

(Ênfase do blog)



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07/06/2013

Nossa Missão (Padre Patrick Girouard)


02 de Junho de 2013

Caro leitor,












As razões pelas quais decidimos deixar o Priorado de Cristo Rei e a Igreja em Langley, British Columbia, não são complicadas ou difíceis de entender. Vamos dizer em primeiro lugar o que não foi
parte de nossa decisão.


Se recusei minha transferência punitiva para Montreal, e se um grupo de 27 adultos e 11 crianças, o que representa cerca de um terço da Paróquia de Langley, decidiram iniciar uma nova paróquia e me pedir para tornar-se seu pastor, não foi por causa de emoções. Nós não estamos com raiva, amargura ou ressentimento em relação á SSPX, mesmo que tenhamos sido traído por sua gestão. Nós não deixamos por amor a mudança e nem por buscar um pouco de emoção também.

Nós basicamente fomos forçados a sair de um local que ajudamos a construir e manter, porque não podíamos mais suportar a propaganda lançada contra nós em formas de ação ou omissão. Percebemos que, para permanecer em silêncio e inativos na frente dos males que afligem a nossa amada Sociedade seria um pecado grave. Não só porque nós nos colocamos em perigo, mas também porque seria, assim, contribuir para a destruição do movimento tradicional. Nós gastamos muito tempo e energia pesquisando e estudando os documentos que lançam luz sobre a crise atual da SSPX. Graças ao bom trabalho de Sua Excelência o Bispo Williamson, e dos muitos sacerdotes e fiéis da Resistência, fomos capazes de entender o que aconteceu, e tomar a decisão correta, com a esperança de que ele vá incentivar mais padres e fiéis a fazerem o mesmo.

O que aconteceu foi que, para todos os efeitos práticos, a Sociedade de São Pio X tornou-se nada mais nada menos do que a 10 º congregação religiosa a se unir a Igreja Conciliar. Mesmo que o acordo ainda não tenha sido assinado, o princípio de tal acordo foi adotado pelo Capítulo Geral de Julho-2012, e isso é o que constitui a grande revolução na Fraternidade. Não importa se o Capítulo pediu 3, 6 ou 200 condições. Eles decidiram que a sociedade poderia doravante assinar um pacto com aqueles que não estão arrependidos em seus incessantes e destruidores ataques á Igreja Católica.

Nenhum Católico que faz jus a esse nome pode aceitar participar de um plano desse tipo. Não podemos dizer que somos católicos, e que amamos nosso Salvador, Sua mãe, e os santos, se aceitamos negociar com aqueles que estão contribuindo, com suas ações ou com seu silêncio, a condenação de incontáveis ​​almas pela qual Nosso Senhor deu a Sua vida. Por exemplo, como podemos negociar e conversar com pessoas que promovem o Novus Ordo Missae? Como não podemos ver com um profundo horror que esta Missa é uma abominação para Deus?



Lembro-me Arcebispo Lefebvre citando o profeta Malaquias quando ele falava contra a Missa Nova: "O filho honra o pai, e o servo ao seu amo; se eu, pois, sou pai, onde está a minha honra? e se eu sou amo, onde está o temor de mim? diz o Senhor dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que temos nós desprezado o teu nome? 7 Ofereceis sobre o meu altar pão profano, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que pensais, que a mesa do Senhor é desprezível. 8 Pois quando ofereceis em sacrifício um animal cego, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou o doente, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Senhor dos exércitos." (1:6-8).



A missão do FSPX nunca foi integrar a estrutura da igreja conciliar a fim de "transformá-la" estando em seu interior. Essa ilusão foi condenada pelo Arcebispo Lefebvre, em 1988, após as consagrações. A missão da Fraternidade é a formação de verdadeiros sacerdotes católicos. Estes sacerdotes, por sua vez pregam a verdade e lutam vigorosamente contra o erro, sem compromisso ou "conversas", "diálogo", "negociações". Portanto, esta pequena legião será como um farol atraindo as almas de boa vontade.

Os fiéis e os bons padres foram traídos pela atual gestão da Fraternidade. Uma gestão que não tolera dissidentes ou críticos. A única maneira de recebermos a verdade e repassarmos essa mesma verdade em tom bem alto e claro, é nos separarmos dessa nova SSPX. Temos que estar prontos para fazer um monte de sacrifícios, temos que rezar muito para a solução da crise e para a nossa perseverança no bom combate.



Você talvez me perguntaria: quando será a hora de juntar-se a Roma? Como poderemos saber se temos um bom Papa? A resposta é muito simples: Quando o papa condenar publicamente a Missa Nova e proibir a sua celebração sob pena de excomunhão; quando ele publicamente condenar e rejeitar todo o Concílio Vaticano II; quando ele jogar para o caixote do lixo todas as reformas que vieram desde o Concílio; quando ele remover todos hereges e imorais Bispos e sacerdotes, quando ele reparar as injustiças feitas contra o Arcebispo Lefebvre e os sacerdotes fiéis. Em outras palavras, quando ele, na verdade, por suas ações, limpar a bagunça.

E quando podemos voltar e confiar a FSSPX de novo? A resposta é praticamente a mesma que acima: Quando Dom Fellay, os outros membros do Capítulo 2012 e todos os padres da Fraternidade que promoveram a nova linha forem rebaixados e impedidos de qualquer posição futura, quando os textos do Capítulo for oficialmente e legalmente condenado, quando Bispo Williamson e os fiéis sacerdotes forem recompensados ​​pela nova administração, quando um livro sobre a história desta crise for publicado e lido anualmente em nossas comunidades, quando um novo Capítulo Geral condenar da forma mais viril a Missa Nova e o Vaticano II, e proibir qualquer contato com as autoridades conciliares até que Roma limpe sua bagunça.

Você irá me dizer que isso não é ser realista e que isso nunca irá acontecer! E eu simplesmente responderia: E daí? Qual é o problema? Vamos apenas fazer o nosso dever e glorificar á Deus, e deixar que Ele lide com os outros. Reze e sacrifique-se pela conversão deles é claro. Mas comprometer e colocar-nos no caminho da perdição? Nunca!

Deus abençoe todos vocês.

Uma cópia desta declaração de missão foi enviada para o Pastor e os fiéis da FSSPX da Paróquia de Langley.

Fr. Patrick Girouard
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Novo website do Padre Girouard: http://www.sacrificium.org

04/04/2013

O Carmelo de São José na Alemanha e a FSSPX


Uma breve apresentação dos acontecimentos da Primavera de 2013.


O Carmelo de São José, em Brilon-Wald existe desde 2 de Fevereiro de 1984. Foi fundado a partir do Carmelo de Quievrain que em si foi fundado pela irmã biológica de Archhbishop Marcel Lefebvre. No momento o Carmelo é composto por seis irmãs professas e um noviciada e todas vivem em reclusão.


Autoridade Suprida

A fim de ser protegida do Modernismo da igreja "conciliar" que destrói a vida religiosa, o Carmelo de Brilon-Wald, como o Mosteiro mãe, confiou á Arcebispo Lefebvre e sua Fraternidade Sacerdotal São Pio X para o seu cuidado espiritual. Arcebispo Lefebvre exerceu uma "autoridade suprida" sobre este e outros Mosteiros nos quais ele era mais um "pai conselheiro e amigo do que uma autoridade jurídica", parafraseando o Superior Geral da Sociedade, Padre. Franz Schmidberger em uma carta circular a todas as comunidades religiosas aliadas em 28 de Maio de 1991.


Após a morte de Abp. Lefebvre esta "suprida autoridade" foi inicialmente dada para Mons. Fellay e depois de sua eleição como Superior Geral da Sociedade, em 1994, Mons. De Galarreta. Ele exerce esse cargo no espírito de serviço, de acordo com o Pe. Schmidberger, não como membro da Sociedade de São Pio X, mas como um bispo católico, e cada congregação religiosa "foi absolutamente exonerada de acompanhá-lo ou não". "Nem ele, nem a Fraternidade tem a menor intenção de se aproveitar de qualquer forma das outras comunidades. É importante ver em suas ações sempre como uma ação extraordinária e não de jurisdição ordinária, até o dia em que a ordem divina retorne a Igreja de Deus." Isso é o que foi dito na carta do Superior Geral em 1991 .


Maneiras novas e estranhas e uma decisão necessária

Desde o ano de 2000, a Sociedade de São Pio X, liderada por seu Superior Geral Dom Fellay, traçou um novo caminho (que por sinal foi abertamente admitido pelo assistente Padre Niklaus Pfluger em uma reunião sacerdotal do Distrito Alemão em Stuttgart, em setembro de 2011), que era cada vez mais claro a direção á uma "regularização canônica", um "acordo canônico" com Roma conciliar. Isto acarretou uma grande agitação as Carmelitas de Brilon-Wald, uma vez que elas haviam confiado à Sociedade de São Pio X, a fim de ser protegida precisamente desta Roma conciliar. Será que elas devem ser entregues a eles agora por seus próprios protetores?

Os acontecimentos turbulentos especialmente dentro da própria Fraternidade a partir do Outono de 2011 em diante não ajudou a dissipar estas preocupações e tranquilizá-las. Em particular, o Carmelo olhou para o respectivo responsável Bispo de Galarreta. Inicialmente, ele parecia dar todos os motivos para ter esperança, uma vez que ele já havia falado claramente em suas "Reflexões", por ocasião de uma reunião dos superiores da Fraternidade em Albano em 7 de Outubro de 2011, depois novamente e mais claramente na carta conjunta com os Bispos Williamson e Tissier Mallerais para o Capítulo Geral da Fraternidade em Abril de 2012 contra um "acordo canônico".

Após o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, no Verão de 2012, com as suas "Seis condições deploráveis" para uma "rendição honrosa"; após a exclusão de Mons. Williamson inicialmente do Capítulo Geral e depois da Fraterdade, sem que seus irmãos bispos viessem para ajudá-lo, particularmente após a palestra do bispo de Galarreta em Villepreux em Outubro de 2012, em que ele mudou de Saulo para Paulo, ou seja, de um adversário do acordo para o seu defensor; depois de todos esses acontecimentos nada restou de sua esperança inicial. Uma pessoa não pode ter qualquer confiança de ser protegida pelas autoridades da FSSPX do modernismo Romano conciliar.

Clareza final veio através da leitura do livro do Padre Michel Lelong sobre o "GREC" intitulado "Pour la reconciliação nécessaire", que expõe abertamente quanto tempo e com que quais métodos têm trabalhado dentro da Sociedade para uma união com Roma conciliar, ou seja, o quanto o "FSSPX" já foi infectada, minada e quão profundo o mal já estava enraizado.

No inverno de 2012/13 as Carmelitas de Brilon-Wald, portanto, chegou à conclusão de que seria necessário finalizar as conexões com a FSSPX, a fim de permanecerem fiéis à fé Católica e não serem entregues a Roma conciliar. Quando em Março de 2013 havia a perspectiva de uma visita do Bispo do Galarreta [ao Carmelo Alemão], pois ele se encontrava na Alemanha na época, elas [Carmelitas] disseram Ea ele em 25 de Fevereiro sobre a decisão de que eles não mais valeriam de sua "autoridade suprida", e que portanto, sua visita não era mais necessária. Esta etapa veio após intensos estudos, meditação, oração e aconselhamento como era seu pleno direito, uma vez que, de acordo com a redação do Superior Geral a partir de 1991 as comunidades religiosas eram totalmente livre para contactar Bispo de Galarreta ou não.


Manobra para capturar uma fortaleza

O antigo Superior Geral e presente Superior Distrital da Alemanha, o Padre Franz Schmidberger, parecia ter esquecido completamente a sua carta anterior, de 1991. Para no mesmo dia, 25 de Fevereiro, quando ele mal havia recebido a mensagem do Bispo de Galarreta e antes que ele fosse capaz de pensar ou mesmo considerar - porque ele estava, como sempre, na casa de retiro da Faternidade na pregação em Black Forest pregando um retiro - ele enviou imediatamente um fax para o [diretor] espiritual das Carmelitas em Brilon-Wald, em que ele ordenou que o mesmo deixasse o Mosteiro em três dias, pelo menos até 28 de Fevereiro ás 8:00PM (interessante, exatamente no mesmo momento que Bento XVI abdicava) e para ir, por enquanto, para sua residência na Sede Distrital, em Stuttgart. Como justificativa, ele mencionou que as Carmelitas queriam separar-se por causa do "liberalismo alegado" na FSSPX e que elas se recusavam até em falar com o seu "superior eclesiástico" (ele provavelmente quis dizer Mons. De Galarreta). Ora, a "autoridade suprida"sem jurisdição própria de repente se transformou em "superior eclesiástico", mesmo com o Primeiro Assistente da FSSPX afirmando em uma recente entrevista com o pleno consentimento de ambos, --tanto do Superior do Distrito Alemão como o da Superior Geral; que a "FSSPX" sofre de uma "irregularidade canônica". Clero irregulares certamente não podem ser "superiores eclesiásticos" ...

Devido o Capelão nem estar presente em Brilon-Wald durante nos dias 25 - 28 de Fevereiro, ele já não poderia atender tal demanda. Quando regressou a situação já havia mudado. Em primeiro lugar, alguns sacerdotes bem-intencionados fizeram o que se poderia esperar do Superior Distrital, e convenceu as irmãs Carmelitas de tomarem um tempo antes de uma separação definitiva com a Fraternidade e tentar uma conversa com Mons. de Galarreta. Por isso a demora da decisão até a Páscoa, e uma visita do Bispo foi agendada para 20-23 de Março.

Em segundo lugar, a irmã externa deixou o Carmelo no dia 28 de Fevereiro. (Uma irmã externa é uma Freira Carmelita que não vive fechada e que realiza, por exemplo deveres externos: compras corriqueiras). A Irmã externa de Brilon-Wald só recentemente professou solenemente seus três votos religiosos para o Carmelo St. Joseph, na Festa de São José 2012. Ela, no entanto, não queria saber nada sobre os acontecimentos na FSSPX e recusou-se a tomar nota de qualquer informação. Portanto, ela não estava de forma alguma pronta para seguir o rumo de sua Comunidade.

Sua Madre Superiora pediu-lhe para esperar até a Páscoa e ofereceu-lhe que se ela discordasse mais tarde da decisão, ela seria acomodada em outro Mosteiro Carmelita. Medidas adequadas já haviam sido tomadas e um Carmelo que aceitaria a irmã em tal caso também já havia sido encontrado . A externa no entanto, não quis esperar e insistiu em deixar o Mosteiro imediatamente. Para isso, ela entrou em contato com seu irmão biológico, que é sacerdote na Sede Distrital em Stuttgart e que veio imediatamente para levar sua irmã consigo.

Entre o retiro que terminou no 2 de Março e a Reunião Sacerdotal que começou em 4 de Março, o Superior do Distrito Alemão encontrou tempo para escrever uma carta para o Capelão do Carmelo, em que ele chamou-o novamente, desta vez como um comando de "em obediência" para sair do Carmelo até 7 de Março e estar na Sede Distrital de Stuttgart até 8:00pm. Esta carta foi entregue ao Capelão em 5 de Março por meio de "carta registrada".

A Madre Prioresa voltou-se então, pessoalmente, para o Padre Schmidberger e perguntou-lhe educadamente para que deixasse o Capelão pelo menos até a Páscoa no Mosteiro, caso contrário, especialmente após a retirada ilegal da Irmã externa, ela seria incapaz de acreditar na pureza da sua intenção e, portanto, das intenções da FSSPX. A resposta veio em torno de 6 de Março: É direito do Superior do Distrito transferir os padres acordo com sua vontade; ele não tem qualquer responsabilidade pela fuga da Irmã externa. Além disso, a remoção da externa era necessário para os nervos e, além disso, ele sente muita falta de humildade dos Carmelitas remanescentes de Brilon-Wald.

Se um ladrão quer levar uma cidade ou fortaleza, ele se dá ao trabalho primeiro de cortar o fornecimento. Algo semelhante aconteceu aqui. Após a remoção da Irmã externa, que foi responsável por fornecer os meios de subsistência, agora o Capelão deve ser removido e, assim, os meios espirituais de subsistência deveriam ser cortados. O Reverendo Padre Superior do Distrito obviamente tentou muito agarrar o Carmelo de Brilon-Wald, muito pelo contrário de sua afirmação em 1991 (outra possibilidade de apreensão não foi dada, pois a propriedade do Carmelo com os seus edifícios, Mosteiros, Capela e Casa Espiritual estava sob posse das Freiras). Todos os seus protestos de inocência foram em vão. Pois o direito de mover um padre não inclui o direito de abandonar um Mosteiro sem um alimento espiritual e infligir em certo sentido, um interdito, apesar do fato de que elas não foram consideradas culpadas de qualquer crime. E o rapto de uma Freira de seu Mosteiro por um sacerdote que está sob sua própria autoridade e que acomodou esta freira fugitiva em sua própria casa, é impossível de ter acontecido sem o consentimento dele, especialmente porque ele defendeu este procedimento ilegal.


A ruptura inevitável

A situação era clara para as Carmelitas. Elas informaram Mons. de Galarreta que ele não tem que preocupar-se mais. Sob tais circunstâncias, a colaboração com essas pessoas era impensável. Também ficou claro para o Capelão que ele não poderia seguir o comando do Superior Distrital. Pois comandos absurdos e injustos não são obrigatórios. O comando era absurdo, pois no curto período de menos de três dias era impossível para o [diretor] espiritual organizar todos seus problemas, embalar suas coisas e organizar sua mudança. O comando foi injusto pois foi obviamente destinado a privar as Carmelitas de Brilon-Wald da Santa Missa e dos sacramentos.

De fato, o Superior Distrital acanhadamente prometeu em seu "correio registado" para oferecer um "substituto" para  [direção] espiritual, mas na "data marcada" de 7 de Marco, nada se via ou ouvia deste "substituto". Pelo menos até a Páscoa a assistência espiritual para as irmãs deveria ter sido assegurada, e mesmo além por um período razoável, a fim de dar as freiras a oportunidade de encontrar um novo Capelão. Afinal o Carmelo não era culpado de nenhum delito, simplesmente fez uso de seu próprio direito e, portanto, não havia nenhuma razão para qualquer punição - especialmente não em vista dos incontáveis ​​méritos que o mosteiro tinha adquirido para o Distrito Alemão em quase trinta anos.

É naturalmente esperar que a FSSPX espalhe todos os tipos de insultos e calúnias contra o Carmelo em Brilon-Wald e pelo menos fale mal dela, uma vez que não podem vencê-las. Em segundo lugar, pode-se supor que o Capelão será excluído da FSSPX devido a "desobediência". Mas é preciso obedecer mais á Deus do que os homens. "In Deo laudabo verbum, in Domino laudabo sermonem: in Deo speravi, non timebo quid faciat mihi homo." (Sl 55,11).

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http://www.therecusant.com/brilonwaldcarmel
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21/03/2013

Mons. Lefebvre vs. Mons. Fellay

1988:

"Os fiéis Católicos têm o direito estrito de saber que os sacerdotes a quem eles recorrem não estão em comunhão com a falsa Igreja que é evolutiva,  pentecostal, sincretista".
(Abp. Lefebvre, Carta Aberta ao Cardeal Gantin, Prefeito da Congregação dos Bispos. Econe, 6 de Julho de 1988.)



2012:

"Por fim, a partir deste espírito moderno de um desejo desequilibrado de informação e uma insistência no "direito de saber", almas estão sendo afastadas da paz de Cristo... Não-membros da SSPX [isto é, os leigos] não têm o direito estrito de serem informados sobre os assuntos internos da FSSPX, que é uma congregação religiosa".
(SSPX.org - 'The Need to Know Versus Peace of Soul', December 2012) 

http://www.therecusant.com/apps/blog/show/24908326-then-and-now

09/03/2013

CUANDO LA FE ESTÁ EN PELIGRO, TENEMOS EL DEBER DE HABLAR.- DOMINICOS DE AVRILLÉ.

Fonte

CARTA TRIMESTRAL DE LOS DOMINICOS DE AVRILLÉ, 
N° 64, DIC 2012-ENE. 2013 



El blasón dominico representa un espacio color blanco adentrándose en un fondo negro. ¿Podría explicar el 
significado?

Este espacio blanco representa la verdad que expulsa las tinieblas
 del error, como un ejército de hierro que como punta de lanza 
penetra las masas enemigas. En efecto, nuestra Orden fue querida
 por la Divina Providencia para ejercitar el ministerio de la 
predicación doctrinal, para enseñar la verdad. Su divisa es 
Veritas y el papa Honorio III, quien aprobó la Orden en 1216,
 pidió a los dominicos que fueran “verdadera luz del mundo 
vera mundi lumina”.
Pero la luz no puede brillar sin ahuyentar a las tinieblas. Si 
queremos esclarecer las inteligencias, es necesario denunciar los
 errores, especialmente los errores de la hora presente. En una
 obra como la Suma teológica de Santo Tomás de Aquino, uno se
 apercibe que la exposición de los errores y su refutación (en las 
objeciones y las respuestas a las objeciones) tienen tanto lugar,
 si es que no más, que la exposición de la verdad (hay 10,000 
objeciones en la Suma).
Es por eso que, afanándonos en enseñar la verdad, debemos 
denunciar los errores que amenazan las inteligencias católicas de
 este comienzo de siglo 21, notablemente los de la Iglesia conciliar.
 Porque, como dijo Ernest Hello:
"Quienquiera que ama la verdad aborrece el error y este 
aborrecimiento del error es la piedra de toque mediante la cual
 se reconoce el amor a la verdad.
Si no amáis la verdad, podréis decir que la amáis e incluso 

hacerlo creer a los demás; pero estad seguros que, en ese caso, 
careceréis de horror a lo que es falso, y por ésta señal se 
reconocerá que no amáis la verdad" . Ernest Hello.

Entre los errores actuales, ustedes sitúan los de la 
“Iglesia conciliar”. Estos errores ¿Están contenidos 
en el mismo Concilio Vaticano II o vienen de una 
mala hermenéutica (interpretación)?

La crisis en la Iglesia viene del Concilio mismo. Si leemos la
 historia del Concilio, por ejemplo El Rhin desemboca en el
 Tíber de Ralf Wiltgen, se ve que un partido liberal y modernista
 ha tomado la dirección del Concilio con la aprobación al 
menos tácita de los papas Juan XXIII y Paulo VI. Es por eso
 que el Concilio produjo textos infestados de liberalismo y de 
modernismo. No obstante, el error está frecuentemente 
más o menos disimulado, porque los modernistas saben muy 
bien esconderse, como lo hizo notar San Pio X: “Tal página de
 su obra podría estar firmada por un católico; den vuelta a la 
página y creerán leer a un racionalista”. (Encíclica Pascendi)

Denos algunos ejemplos de errores en los textos del 
Concilio.

Como lo hizo notar Monseñor Lefebvre, el Concilio retomó los tres
 grandes errores de la Revolución llamada francesa (libertad, 
igualdad, fraternidad) bajo una forma “eclesiástica”: libertad 
religiosa –colegialidad – ecumenismo. Estos son los documentos 
del magisterio anterior que los condenan:
-La libertad religiosa afirmada por Dignitatis humanae ha sido 
condenada por los papas Gregorio XVI (Mirari vos), Pio IX 
(Quanta cura), Leon XIII (Immortale Dei), san Pio X 
(Vehementer nos) y Pio XI (Quas primas).
La colegialidad contenida en Lumen gentium n° 22 (aunque 
corregido por laNota praevia) es contraria a la enseñanza del
 Concilio Vaticano I (Pastor aeternus) sobre el poder supremo 
del papa.
-El ecumenismo y el diálogo interreligiosos preconizados por 
Unitatis redintegratio Notra aetate, son condenados por Pio IX
 (Syllabus n° 16 y 17), León XIII (Satis cognitum) y Pio XI 
(Mortalium animos).
En el fondo de estos errores se encuentra la doctrina masónica del humanismo: todo debe estar centrado en el hombre (ya no en Dios).
 Este error está expresado en Gaudium et spes (“todo en la tierra 
debe ser ordenado al hombre como su centro y su cúspide); esto ha
 sido condenado por Pio IX en elSyllabus. Es por eso que el futuro
 papa Benedicto XVI dijo justamente queGaudium et spes puede 
ser considerado como “una revisión del Syllabus de Pio IX, una 
suerte de contra-Syllabus”.

Por lo tanto el papa Benedicto XVI propone una 
hermenéutica de la continuidad entre el pasado de la 
Iglesia y el Vaticano II. ¿Qué piensa de esto?

El mismo papa describe esta hermenéutica como aquella de 
“renovación dentro de la continuidad del único sujeto-Iglesia, que
el Señor nos ha dado; es un sujeto que crece en el tiempo y se 
desarrolla, pero permaneciendo siempre el mismo, único sujeto del
 pueblo de Dios en camino”.
Por consecuencia, esta hermenéutica permite enseñar una doctrina
 contraria a la anterior, desde el momento que quien enseña está en continuidad (es decir que es el sucesor) del que enseñó la doctrina 
precedente. ¡El papa actual pudo enseñar el contrario del Syllabus!
Esto es conforme al pensamiento modernista según el cual el 
magisterio debe transmitir la experiencia religiosa del pueblo 
cristiano, experiencia que cambia con las épocas.
Pero la concepción católica del magisterio es completamente 
diferente, el magisterio debe transmitir la misma doctrina, que 
es la que recibió de Nuestro Señor “en el mismo sentido y el 
mismo pensamiento (in eodem sensu eademque sententia)”
 (Vaticano I).

Pero  el papa nos pide adherirnos al Vaticano II. ¿No 
debemos obedecerlo?

POR SUPUESTO QUE NO. El mismo San Pablo responde en la 
Epístola a los Gálatas (1,8): “Si cualquiera, sea yo o un ángel del 
cielo, os predica otro Evangelio que el que nosotros os hemos 
anunciado, sea anatema”. Y también San Pedro dice: “Hay que 
obedecer a Dios antes que a los hombres” (Hechos 5, 29).
La nueva misa y la enseñanza del Vaticano II ponen en peligro 
nuestra fe haciendo adoptar una mentalidad modernista y 
favoreciendo la herejía protestante. Por lo tanto, no podemos 
aceptarlos, porque nuestra fe es nuestra posesión más preciada,
 ella es la que nos salva.

Respecto del papa y de la jerarquía, ¿debemos adoptar 
una actitud de defensa pasiva esforzándonos por 
conservar la Tradición y contentándonos con emitir 
algunas observaciones respetuosas y discretas, 
o hay que ser más ofensivos?

CUANDO LA FE está en peligro, tenemos el deber de hablar para 
salvaguardar el bien común de la Iglesia. Monseñor Lefebvre supo
 practicar la ofensiva: por sus palabras (por ejemplo su Declaración
 del 21 de Noviembre de 1974, su conferencia de prensa de diciembre
 de 1983, sus sermones del 29 de junio en Ecône, etc.) y sobre todo 
por sus acciones, continuando con la ordenación de sacerdotes y 
consagrando obispos a pesar de la prohibición de la Roma conciliar. 
Es verdad que desde hace algún tiempo, este espíritu de combate ha disminuido bastante y esto se muestra muy dañino: los fieles son 
cada vez menos firmes, y la Roma conciliar es cada vez más 
emprendedora para erosionar y hacer caer la resistencia católica.
 Hay que mantener la ofensiva y esto es lo que quiere hacer nuestra
 revista Le Sel de la terre y sus diversas publicaciones, notablemente
 el Catecismo de la crisis en la Iglesia del padre Gaudron y La extraña Teología de Benedicto XVI de Monseñor Tissier de Mallerais.

Ustedes parecen muy pesimistas. ¿No tiene una palabra 
de esperanza?

NUESTRA ESPERANZA está en el Inmaculado Corazón de María.
 Si el papa al fin cumple con la consagración de Rusia (y sabemos 
que lo hará, pero como el Rey de Francia, será tarde), entonces la
 Santísima Virgen intervendrá para salvar la Iglesia. Esperando,
 hay que “resistir firmes en la fe” rechazando todo compromiso
 con el enemigo que ocupa la Iglesia. Es la Iglesia Católica quien
 tiene las promesas de vida eterna, no la secta modernista que 
actualmente la ocupa.