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30/08/2014

Os Judeus e Muçulmanos adoram o mesmo Deus Católico? Não! (Padre Gregory Hesse)


Padre Gregory Hesse, (Doutor Canônico, Doutor em Teologia Tomista, ex-secretetário do Cardeal
Strickler), explica a diferença entre o ensino dogmático da Igreja versus o ensino não-dogmático do Concílio Vaticano II. O Reverendo padre analisa, também, a questão dos Muçulmanos e Judeus adorarem um falso deus...


*Clique na tecla CC (abaixo do vídeo) caso a legenda em português não apareça automaticamente.

20/05/2012

CARTA ABERTA AOS PADRES DE CAMPOS



 Niterói, 30 de outubro de 2001

Reverendíssimo Dom Licínio e caríssimos padres,

Não sou a pessoa mais indicada para lhes escrever esta carta. Não tenho pretensão de obter dos senhores um assentimento que os senhores não quiseram dar aos bispos da Fraternidade, Dom Fellay e Dom Galarreta, quando estes foram tentar lhes mostrar o tremendo prejuízo que os acordos dos senhores com o Vaticano poderiam acarretar para a Igreja, para o combate pela “Sobrevivência da Tradição”.

No entanto, tenho uma razão muito séria para escrever sobre isso e o faço com o conselho e aprovação do próprio Dom Fellay. Essa razão é que alguns dos nossos fiéis de Niterói e Rio são oriundos de cidades atendidas pelos senhores e sempre tiveram os “Padres de Campos” em alta estima e reverência. Hoje, eles não conseguem atinar com o porquê de um acordo separado da Fraternidade São Pio X e, pior, contra os conselhos e avisos dos bispos da Fraternidade.
Outra razão que me dispõe a lhes escrever é a experiência que vivi, em 1988, no Barroux, quando Dom Gérard Calvet quis, ele também, fazer um acordo com o Vaticano.

Esta é a primeira semelhança que vejo entre a atitude de Dom Gérard e a dos senhores: Mgr. Lefebvre acabara de recusar um acordo por não ver, nas intenções do Vaticano, as garantias necessárias para a sobrevivência da Tradição. Dom Gérard, considerando os interesses particulares do seu mosteiro acima dos interesses da Igreja, aceitou separar-se de Mgr. Lefebvre para recuperar uma situação jurídica e canônica “normal”, largando a espada do combate.

Hoje, igualmente, a Fraternidade acabara de recusar um acordo, pelos mesmos motivos de Mgr. Lefebvre, e os senhores preferiram considerar o bem particular dos senhores e não o bem comum da Igreja. Cansaram-se de viver dia e noite no combate e na marginalização.
Mas as semelhanças não ficam aí.
Quando a Fraternidade estava fazendo as atuais negociações, eu conversava com o Pe. Fernando ao telefone e este me deu três razões que considerava suficientes para ir adiante e fechar o acordo, ainda que sem o Vaticano ter liberado a Missa de S.Pio V:
  muitos novos viriam para a Tradição
  nós teríamos um pé dentro da Roma modernista para pregar a Tradição
  poderíamos voltar atrás, caso fôssemos pressionados.
Ora, são exatamente os mesmos argumentos de Dom Gérard, em 1988. Isso é para mim, chocante! Primeiro porque os senhores souberam criticar devidamente, então, a atitude de D. Gérard. Segundo, porque a conclusão lógica a que os senhores são obrigados a chegar hoje, é que D. Gérard teria tido razão!! Ele adiantou-se em dez anos aos senhores, o que os obriga a crer que ele teria tido mais visão das coisas do que os senhores.

Penso que não se pode negar as evidências seguintes:

–   os novos que virão não estarão possuídos do desejo de se converter à verdadeira Tradição. Virão aos senhores porque os entraves jurídicos estarão retirados e não por razões de fé. Serão muito simpáticos, mas não buscarão a verdade total, aquele quê de doutrina que leva as almas ao martírio.
   estar dentro da Roma modernista, isso está provado, causa uma contaminação certa dos princípios norteadores do Vaticano II, que são insuflados em doses homeopáticas até que o fruto cai, como caiu a Fraternidade S. Pedro.
   Voltar atrás? Qual deles voltou? Eles preferiram concelebrar com o Papa a voltar atrás! E se voltarem, o que será dos fiéis das suas paróquias? Todos voltarão? Quantos ficarão presos nas malhas da legalidade? Considero essa atitude temerária e ela não leva em conta o equilíbrio das almas que lhes foram confiadas pela Providência. Os senhores regularizam no papel um falso problema de excomunhão, e os fiéis que sigam e obedeçam. E amanhã, eles que voltem atrás com os senhores!

Não consigo ver nisso o respeito pelas almas exigido pela vida sacerdotal.

Em relação à Fraternidade São Pio X, não entendo como os senhores conseguem manter uma recusa tão obstinada aos pedidos de bispos que foram em seu socorro em todas as ocasiões de suas necessidades: a Sagração de Dom Licínio, ato de extrema coragem desses bispos, pois muitos poderiam entender mal esse gesto, como alguns entenderam. Foi pensando nos senhores e em seus fiéis que esses bispos aceitaram essa Sagração.

Em seguida, os seminários da Fraternidade foram abertos aos seminaristas de Campos, recebidos como irmãos.

E além disso, quando a Fraternidade foi chamada para as negociações com o Vaticano, no início do ano 2001, os senhores foram amavelmente chamados a participar. Eles não estavam obrigados a isso, porém, mais uma vez, foram generosos e fraternos no combate pela Tradição.
Diante dessa  evidência, a recusa a atender às súplicas da Fraternidade gera para os senhores o terrível peso de uma traição. E nisso, mais uma vez, os senhores se igualam a Dom Gérard. Os senhores, talvez, não vejam a coisa assim, mas também não podem recusar, aos bispos, o direito de se sentir traídos.

E assim como a traição de Dom Gérard causou um drama terrível entre os fiéis franceses, com a divisão das famílias e a profunda decepção pelo abandono e pela fraqueza, assim também os senhores hoje, causam, para os fiéis brasileiros a mesma decepção e as mesmas divisões.
Disse, em 1988, a Dom Gérard, o que repito hoje aos senhores: milhares de fiéis esperam ansiosos que os senhores os confirmem na fé católica, no combate que nos é exigido pela Divina Providência, sem se deixar levar pelo cansaço, pela fraqueza, pelo canto da sereia da legalidade comprometida. O que Nosso Senhor exige é o martírio gota a gota e a límpida e clara profissão de fé católica, sem pacto com os modernistas do Vaticano.

O Papa, sim, a legalidade jurídica, sim. Porém, antes de tudo, responder ao nítido chamado de Deus para o combate pela fé. No dia em que o Papa se converter de verdade, isso aparecerá mais claramente do que a luz do sol. Evidentemente, não é beijando o Alcorão e indo rezar numa mesquita que ele nos mostra essa conversão.

Todos os fiéis das capelas do Rio e de Niterói rezam pelos senhores, pedindo à Virgem Maria que mova os vossos corações de volta à luz da Verdade.

In Christo et Maria
Dom Lourenço Fleichman OSB


http://www.capela.org.br/Crise/cartaaberta.htm

16/05/2012

O que devemos pensar sobre a Fraternidade São Pedro? (Série contradições)

Desde a introdução dos novos ritos sacramentais, Roma não havia permitido a nenhuma fraternidade ou congregação religiosa o uso exclusivo dos ritos antigos. Então, em 30 de junho de 1988, o arcebispo Dom Lefebvre consagrou quatro bispos para garantir a sobrevivência do sacerdócio e dos sacramentos tradicionais e especialmente da missa tradicional em latim. De repente, no prazo de dois dias, o Papa João Paulo II reconheceu (Ecclesia Dei Afflicta, 02 de julho de 1988), a “legítima aspiração” (ao tradicionalismo) daqueles que não apoiassem a posição de Dom Lefebvre e ofereceu dar a eles o que sempre houvera recusado ao arcebispo. Cerca de dez padres da FSSPX aceitaram esta “boa vontade” e se separaram para fundar a Fraternidade São Pedro (FSSP).
A Fraternidade São Pedro está fundamentada sobre princípios mais do que questionáveis, pelas seguintes razões:

1. Ela admite que a Igreja Conciliar tem o poder para:

• desaparecer com a missa de todos os tempos (já que o Novus Ordo Missae não é outra forma dela),

• concedê-la somente a aqueles que aceitem as românticas orientações da mesma Igreja Conciliar (na vida, crença, estruturas),

• declarar não-católicos aqueles que negam tal poder por palavra ou ação (Uma interpretação de “Todos devem estar cientes de que a adesão formal ao cisma [de Dom Lefebvre] é uma ofensa grave contra Deus e inflige pena de excomunhão.” Ecclesia Dei Afflicta), e,

• professar-se de certa maneira em comunhão com quem quer que se chame “cristão”, e ainda assim declarar-se fora da comunhão com os católicos cujo único crime é o de quererem permanecer católicos (Vaticano II, por exemplo, Lumen Gentium, § 15; Unitatis Redintegratio § 3º)


2. Na prática, os padres da Fraternidade, tendo recorrido a um bispo do Novus Ordo disposto a permitir os ritos tradicionais e disposto a ordenar seus candidatos, são forçados a abandonar a luta contra a nova religião que está sendo instalada:

• eles rejeitam o Novus Ordo Missae somente pelo fato de não ser sua “espiritualidade” e reivindicam a missa tradicional em latim somente em virtude de seu “carisma”, reconhecido pelo papa,

• eles procuram estar em boa relação com os bispos locais, elogiando-os ao menor sinal de espírito católico e silenciando sobre seus desvios modernistas (a menos talvez no caso de uma diocese onde eles não tenham esperanças de conseguir algo), ainda que por fazê-lo, acabem incentivando esses bispos em seu caminho errado, e

• observe, por exemplo, a aceitação de todo o coração pela Fraternidade do (Novo) Catecismo da Igreja Católica, a aceitação de professores do Novus Ordo em seus seminários, e aceitação dissimulada da ortodoxia do Vaticano II.

Eles são, portanto, católicos conciliares e não católicos tradicionais.

Sendo assim, assistir às suas missas significa:

• aceitar o compromisso sobre o qual eles se baseiam,

• aceitar a direção tomada pela Igreja conciliar e a consequente destruição da Fé e das práticas católicas, e

• aceitar, em particular, a solidez legal e doutrinária do Novus Ordo Missae e do Vaticano II.

É por isso que um católico não deve assistir às suas missas.



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Retirado e traduzido do Site do Distrito dos EUA (FSSPX)

http://www.fsspx.com.br/exe2/?p=1303

12/10/2009

O Concílio Vaticano II e a rejeição do Reinado Social de Nosso Senhor


Por Arcebispo Marcel Lefebvre

Nota: Este é um breve trecho do famoso sermão do Arcebispo em Lille, em 29 de Agosto de 1976. Encontra-se no magnífico livro "The Bishop Speaks": Writtings and Addresses 1973-1976

Finalmente, um terceiro erro, [o Clero Católico moderno] rejeita o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo sob o pretexto que o mesmo já não é mais praticável. Eu ouvi isso da boca do Nuncio de Berne; Eu ouvi da boca do embaixador do Vaticano, Padre Dhanis, ex-reitor da Universidade Gregoriana, que veio em nome da Santa Sé pedir que eu não executasse as ordenações de 29 Junho. Era 27 Junho em Flavigny, e eu pregando um retiro aos seminaristas. Ele disse: " Por que você está contra o Concílio? " Eu respondi, " É possível aceitar o Concílio, quando em nome do mesmo você diz que todos os Estados Católicos devem ser destruídos, que não deve restar nenhum Estado Católico, e portanto, nenhum Estado aonde Nosso Senhor Jesus Cristo reine? Tal Estado já não é mais possível." Mas uma coisa é dizer que ele não seja possível, e outra é aceitar isso como princípio, e conseqüentemente, já não procurar o Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas o que nós dizemos diariamente no Pai Nosso? " Vem á nós o Vosso reino, assim na Terra vomo no Céu." Que reino é esse? Ainda há pouco você cantou no Gloria; "Vós sozinho é Senhor, Vós sozinho é o mais elevado, Jesus Cristo." Devemos, nós, cantar estas palavras e ao mesmo tempo saírmos para dizer: " Não, Jesus Cristo não deve mais reinar sobre nós." Estaríamos, nós, vivendo ilògicamente? Somos nós católicos ou não?

Não haverá nenhuma paz na terra exceto no reino de Nosso Senhor Jesus Cristo. As nações encontram-se em conflito -cada dia temos páginas e mais páginas nos jornais a respeito disso, também na rádio e na televisão; e agora com a mudança do primeiro ministro: O que nós iremos fazer para melhorar a economia? O que nós iremos fazer para ajudar a moeda? O que iremos fazer para ajudar a prosperidade da fabricação, etc. Todos os jornais no mundo fazem tais perguntas. Bem, mesmo de um ponto de vista econômico, nosso Senhor Jesus Cristo deve reinar, porque o reino de nosso Senhor Jesus Cristo é o reino dos princípios do amor e dos mandamentos de Deus, que estabelecem o equilíbrio na sociedade, e que trazem justiça e o reino da paz. É somente com ordem, justiça, e paz na sociedade que a economia pode prosperar…

É o reino de Nosso Senhor Jesus Cristo que nós queremos; e nós professamos nossa fé, dizendo que Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus.

E é por isso que nós queremos a Missa de St. Pio V, porque esta Missa é a proclamação da realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Missa Nova é um tipo de Missa híbrida, que já não é mais hierárquica; e sim democrática, aonde a assembléia toma o lugar do padre, e assim já não é uma Missa autêntica que afirme a realeza de Nosso Senhor. Pois como Nosso Senhor Jesus Cristo se tornou Rei? Ele afirmou sua realeza pela Cruz. " Regnavit a ligno Deus." Jesus Cristo reinou pela madeira da Cruz. Porque Ele venceu o pecado, venceu o diabo e venceu a morte pela Cruz: três magníficas vitórias de Nosso Senhor. Se dirá que isso é triunfalismo. Bem, se assim for; sim, nós queremos o triumfalismo de Nosso Senhor Jesus Cristo…

Na hora de minha morte, quando Nosso Senhor me perguntar o que foi feito com as benevolências de meu sacerdócio, não quero ouvir da boca d'Ele: vós contribuístes, aliados á outros, para destruição da Igreja.

http://www.cfnews.org/lefebvre-bsh-sp01.htm

24/02/2009

Números de Seminaristas em suas respectivas Ordens nos EUA, em 1965 e em 2000.

Não sou Matemático nem filho de Matemático, mas não escondo minha apreciação por números, esses, na grande maioria das vezes, não mentem. Além de não mentirem eles muitas vezes colocam á vista uma série de outros problemas e preocupações.

A Igreja, em suas épocas de crise, frequentemente teve os números como adversários. Mas perece-nos que eles nunca foram tão inimigos da Igreja como na nossa triste e decadente época apóstata.

Após postarmos números (pré & pós) conciliares e postarmos números pós conciliares da Fraternidade que manteve o ensino Católico de Sempre, me aprofundarei um pouco mais sobre o número de seminaristas, em suas respectivas Ordens Religiosas, no ano de 1965 e no ano de 2000, nos EUA.

Número de Seminaristas:____1965____2000___Declínio

Jesuítas____________________3,559_____389______89%

Franciscanos________________2,551______60 ______97%

Irmãos Cristãos_______________912_______7_______99%

Beneditinos_________________1,541______109_______93%

Redentoristas_______________1,128_______24_______98%

Dominicanos________________343________38_______89%

Maryknoll__________________919________15_______98%

Oblatas de Maria Imaculada_____914________13_______99%

Vicentinos__________________700________18_______97%

Ordem dos Frades Menosres______511________49_______90%

Passionistas_________________574________5________99%

Padres da Santa Cruz___________434_______132_______70%

Augustinos__________________483_______14________97%

Capuchinos__________________440_______39________91%

Padres do Sangue Precioso________521_______27_______95%

Padres de La Salette____________552_______1________100%

Carmelitas__________________545_______46________92%

Padres do Espírito Santo_________159________9________94%


Seria então demais dizer que o Papa Bento XVI parece perceber que algo fundamental está errado na Igreja? As ações que ele tem tomado com algumas decisões parece sugerir exatamente isso, e isso pode ser finalmente o elo entre o Papa e a FSSPX que começará, a longo prazo, o processo de cura. Mas o caminho é longo e todos precisamos então, da ajuda do Espírito Santo.



*Fonte dos números: Angelus - Jornal da Tradição Católica Romana

10/01/2007

Concílio Vaticano II -Números pós e "pré" conciliares

Conhecereis a árvore pelos seus frutos.

Números "pós" conciliares (EUA)

Padres em exercício:
1965 - 58.000
2002 - 45.000
2020 - 31.000 (*Previsao) -Metade desses serão padres acima de 70 anos-

Ordenações:
1965 - 1.575
2002 - 450

Paróquias sem padres:
1965 - 549 (cerca de 1%)
2002 - 2.928 (cerca de 15%)

Seminaristas:
1965 - 49.000
2002 - 4.700 (90% menos!)

Seminários:
1965 - 600
2002 - 200

Freiras:
1965 - 180.000
2002 - 75.000(Com idede media de 68 anos)

Freiras Professoras:
1965 - 104.000
2002 - 8,200 (94% menos)

Frades:
1965 - 12.000
2002 - 5.700

Jesuítas seminaristas:
1965 - 3.559
2002 - 389

Seminaristas Franciscanos e Redentores:
1965 - 3.379
2002 - 84

Cadidatos a Christian Brothers:
1965 - 912
2002 - 7

Colégios Católicos:
1965 - 700.000
2002 - 386.000

Estudantes de Colégios Católicos:
1965 - 1.566
2002 - 786

Escolas Paroquiais:
1965 - 10.504
2002 - 6.623

Estudantes de Escolas Paroquiais:
1965 - 4,5 million
2002 - 1,9 million

Batismo de Crianças:
1965 - 1,3 million
2002 - 1 million

Batismos de Adultos (conversões):
1965 - 126.000
2002 - 80.000

Casamentos Católicos:
1965 - 352.000
2002 - 256.000

Anulamentos:
1965 - 338
2002 - 50.000

Presença Regular à Missa - estudo no.1:
1958 - 3 de cada 4 catolicos.
1994 - 1 de cada 4 catolicos.

Misc."2002" (fonte, National Catholic Reporter)

77% acreditam que Católicos não precisam assistir à Missa aos Domingos

65% acreditam que Católicos possam se divorciar e casar novamente

53% acreditam que Católicos possam fazer aborto

10% acreditam no ensinamento da Igreja com relação ao controle de natalidade (fonte: pesquisa da Notre Dame)

70% acreditam que a Eucaristia seja uma "lembrança simbólica" de Nosso Senhor (pesquisa da New York Times)

=======Sempre lembrando, que se olharmos a populacao 'per capta' a situação se torna ainda mais assustadora, pois a população mundial e católica(20 milhoes) não para de crescer. ===========
http://www.cmri.org/vatican2_stats.html Esse e vários outros links vocês poderão encontrar esses números pós conciliares...Por quê será então que mesmo com o rock, heavy metal, padres pops, missa show e etc, os números são tão assombrosos em nosso tempo???

Por quê 77% dos católicos pensam que não "temos" que ir á missa aos domingos?

Por quê 65% pensam que podem se divorciar e casar novamente?

Por quê 53% dos católicos pensam ser lícito assassinar um inocente(aborto)?

Por quê apenas 10% dos católicos acreditam no ensino Católico quanto aos anti-abortivos(anti-concepcionais)?

E repare o assustador:A previsão para 2020 é de que teremos apenas 31.000 padres em exercício nos EUA, sendo a metade desses estando acima dos 70 anos!!!!!Somente muita cegueira para nao poder enxergar os avancos das seitas protestantes(assumidas), do espiritismo, do agnosticismo, do ateísmo, dos evolucionistas e etc...e não enxergar a ladeira abaixo em que a Santa Igreja Catolica se encontra através de vários de seu Clero...

____________________

Passarei-lhes agora alguns números pré conciliares....Aonde a missa era em latim(aonde "nínguem" conseguia entender) , as músicas eram o canto católico(aquelas "chatas", sem rítmo secular): o Gregoriano...

Números pré conciliares agora...(EUA)

Padres:
1920- 21,019
1930- 26,925
1940- 33,912
1945- 38,451
1950- 42,970
1955- 46,970
1960- 53,796

Esta não é a marca de uma Igreja em decadencia que diminui, mas de uma Igreja vigorosa — em 1960 ela teve um número de registro de homens que foram os seus soldados de linha de frente, cujas filas tinham cultivado 15% nos cinco anos entre 1955 e 1960.

Seminaristas:
1920- 8,944
1930- 16,300
1940- 17,087
1945- 21,523
1950- 25,622
1955- 32,394
1960- 39,896

Seminários:
1945- 53 seminarios diocesanos
1950- 72
1955- 78
1960- 96

1945- 258 seminários religiosos
1950- 316
1955- 385
1960- 429

Paróquias sem padre:
1945- 839
1950- 791
1955- 673
1960- 546

Irmãos(Frades):
1945- 6,594
1950- 7,377
1955- 8,752
1960- 10,473

Irmãs:
1945- 138,079
1950- 147,310
1955- 158,069
1960- 168,527

Escolas paroquiais:
1920- 5,852
1930- 7,225
1940- 7,597
1950- 7,914
1955- 8,843
1960- 9,897

Estudantes das escolas paroquiais:
1920- 1.7 mi
1930- 2.2 mi
1940- 2.1 mi
1945- 2.0 mi
1950- 2.4 mi
1955- 3.2 mi
1960- 4.2 mi

Batismo:(bebes e criancas)
1945- 710,000
1950- 934,000
1955- 1.1 mi
1960- 1.3 mi

Batismo:(adultos)

O número de batismo adulto é um sinal verdadeiro da força de qualquer organização religiosa. E nos anos antes do Conselho o número de batismo adulto subia rapidamente..
1930- 38,232
1940- 73,677
1945- 84,908
1950- 119,173
1955- 137,310
1960- 146,212

Fonte[http://www.seattlecatholic.com/article_20031208.html]

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Mais números pós conciliares....Após ter mostrado os desastrosos números pós CVII na América do Norte, e o vigoroso crescimento pré CVII; postarei agora números pós CVII do Canada' e de alguns paises da Europa...*

*Catolicos batizados

CANADA'
1970- 9.376
1998- 13.298

FRANCA
1970- 45.698
1998- 47.463

ITALIA
1970- 52.500
1998- 55.635

GRA-BETANHA
1970- 4.999
1998- 5.212

ALEMANHA
1970- 31.425
1998- 28.202

ESPANHA
1970- 33.203
1998- 36.882

*Numero total de padres

CANADA'
1970- 14.183
1998- 10.079

FRANCA
1970- 45.259
1998- 26.598

ITALIA
1970- 65.291
1998- 54.954

GRA-BETANHA
1970- 8.206
1998- 6.345

ALEMANHA
1970- 26.089
1998- 20.072

ESPANHA
1970- 35.519
1998- 27.864

*Padres Diocesanos

CANADA'
1970- 8.338
1998- 5,908

FRANCA
1970- 37.775
1998- 20.404

ITALIA
1970- 42.868
1998- 36.272

GRA-BETANHA
1970- 5.512
1998- 4,441

ALEMANHA
1970- 19.722
1998- 15.281

ESPANHA
1970- 24.881
1998- 18.719

*Padres(em geral)

CANADA'
1970- 5.845
1998- 4.171

FRANCA
1970- 7.504
1998- 6.194

ITALIA
1970- 22.423
1998- 18.682

GRA-BETANHA
1970- 2.694
1998- 1.904

ALEMANHA
1970- 6,397
1998- 4.791

ESPANHA
1970- 10.638
1998- 9.145

*Irmas

CANADA'
1970- 45.761
1998- 25.716

FRANCA
1970- 94.686
1998- 51.311

ITALIA
1970- 153.762
1998- 112.958

GRA-BETANHA
1970- 14.759
1998- 8.856

ALEMANHA
1970- 82.166
1998- 41.257

ESPANHA
1970- 83,747
1998- 61.905

*Frei

CANADA'
1970- 5.272
1998- 2.452

FRANCA
1970- 4.921
1998- 4.025

ITALIA
1970- 6.763
1998- 4.224

GRA-BETANHA
1970- 949
1998- 667

ALEMANHA
1970- 4.363
1998- 1.849

ESPANHA
1970- 9.300
1998- 5.227

*Seminaristas diocesanos

CANADA'
1970- 858
1998- 396

FRANCA
1970- 2.632
1998- 1.008

ITALIA
1970- 6.337
1998- 3.826

GRA-BETANHA
1970- 845
1998- 288

ALEMANHA
1970- 2.630
1998- 1.140

ESPANHA
1970- 3.581
1998- 1.777

*Batismos

CANADA'
1970- 183.016
1998- 137.188

FRANCA
1970- 596.673
1998- 374.540

ITALIA
1970- 859.382
1998- 483.391

GRA-BETANHA
1970- 142.298
1998- 76.731

ALEMANHA
1970- 381.226
1998- 240.853

ESPANHA
1970- 587.729
1998- 302.025

*Casamentos

CANADA'
1970- 84.228
1998- 36.054

FRANCA
1970- 278.036
1998- 120.262

ITALIA
1970- 318.756
1998- 235.988

GRA-BETANHA
1970- 54.725
1998- 16.766

ALEMANHA
1970- 165.924
1998- 81.416

ESPANHA
1970- 222.290
1998- 150.966

*Ordenações

CANADA'
1970- 85
1998- 46

FRANCA
1970- 264
1998- 170

ITALIA
1970- 698
1998- 485

GRA-BETANHA
1970- 111
1998- 96

ALEMANHA
1970- 320
1998- 170

ESPANHA
1970- 355
1998- 242

Fonte: Livro anual de estatísticas da Igreja. (Index of Leading Catholic Indicadors, The Church Since Vatican II, Kenneth C. Jones, pags. 104-113.)

KYRIE ELEISON, CHRISTE ELEISON.