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05/10/2012

Arcebispo Müller em relação á FSSPX: "Eu acho que a partir de agora, não haverá novas conversas"



*Tradução básica das partes importantes:


Prefeito da Congregação da Doutrina e Fé, Müller: "Não há mais conversações com FSSPX"

CITAÇÃO
Imediatamente antes do 50 º aniversário do Concílio Vaticano II, o novo prefeito da CDF, Dom Gerhard Ludwig Müller, declara que a tradicionalista Fraternidade Sacerdotal de São Pio X. não é digna de negociação. Ele disse literalmente: "Esta fraternidade não é nenhuma parceira de negociação para nós, porque não há negociações sobre a fé."

[...]

O prefeito da CDF esclarece em sua conversa com "NDR Kultur": "Não há exceções em relação à fé católica, especialmente porque ela também foi validamente formulada pelo Concílio Vaticano II. O Concílio Vaticano II não se opõe à tradição de toda a Igreja, o Concílio [se opõe], na melhor das hipóteses, á algumas interpretações equivocadas da fé católica." Arcebispo Müller disse ainda: "Não podemos abandonar a fé católica para as negociações. Não existem compromissos.". O CDF vai decidir em união com o Papa como proceder. A SSPX tem a declaração na mão, o que eles tem de aceitar, destacou Müller. "Eu acho que a partir de agora não haverá novas conversas", disse o prefeito da fé.

Fonte:
Glaubenspräfekt Müller: Keine Gespräche mehr mit Piusbruderschaft
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Arcebispo Muller e...  isso aí em cima.


01/06/2012

Resposta a um espantado acordista

Ao ser indagado de maneira bem Fellayiana por um rapaz que pede minha expulsão num fórum por ter tido comparado D. Fellay á Dom Rifan, resolvi respondê-lo em forma de postagem para que isso sirva para outros projetos de ditadores e sufocadores da verdade, filhotes ilustres de Menzingen.

 Segue, abaixo, a resposta.

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 Você deveria estar espantado com os modernistas/fellayistas, isso sim. Quanto a ser expulso, quem deveria ser expulso é aquele que:

 - Sempre pregou a RUPTURA do demoníaco CVII para agora dizer que "espera que o mesmo possa fazer parte da Tradição"...

 - ou que a sempre condenada e condenável "Liberdade Religiosa do Concílio seja, na verdade, muito, muito, muito limitada"...

 - que "muitas coisas que condenávamos do Concílio, na verdade, não é em si do Concílio e sim de sua interpretação"...

 - que veste a carapuça de uma 'excomunhão' falsa, nula, e portanto, sempre inexistente

- que ignora o conselho dos outros 3 bispos, colegas de consagração

 - que ignora todos os conselhos e rejeições de Ordens Religiosas ligadas a Fraternidade (i.e Dominicanos, Beneditinos, Carmelitas, etc.)

 - que ignora genuínos conselhos feitos até por um Padre do IBP que disse-lhes que se assinarem como ele mesmo fez, estarão amordaçados

 - que não cumpre sua palavra de que tais "debates teológicos" seriam feitos por cartas e não pessoalmente

 - que usurpou os estatutos da Fraternidade, aonde declaram que os Superiores eleitos deverão ser padres e não bispos

 - que não hesita em dar entrevistas escandalosas á modernistas canais "católicos" (i.e Salt & Light- Canada 2009; CNS - EUA 2012)

 - que não retorna correspondências de preocupados padres da FSSPX ao redor do globo

 - que não respeita seu bispo sênior, chegando ao ponto de chamá-lo de "urânio, pois é perigoso tê-lo como também é perigoso descartá-lo num canto de estrada"

 - que retira de seu website official americano (sspx.org) inúmeros artigos que expunham os perfídios judeus

 - que silencia e exila os chamados padres de linha dura, repondo-os por marionetes liberais

 - que não percebe que os inúmeros 'católicos' que no presente momento derramam lágrimas de alegria por suas atitudes, são os mesmos que sempre o atacaram (A turma neo-conservadora)

 - que transformou sua revista (Angelus), assim como seus websites, em protótipos de uma FSSP da vida

 - que possui, no momento, mais fotos/quadros de B16 a venda em sua livraria de St. Mary's do que do Arcebispo Lefebvre e São Pio X juntos (quiçá em vários outros lugares)

 - que venda seus próprios olhos em relação ao patente e gritante modernismo de B16, um modernista muito mais perverso que seu antecessor; explico-me:

    * JPII convocou toda corja religiosa em Assis, mas B16 chamou não só a corja religiosa como também os ateus(!) para sua abominação em Assis
    * JPII beijou o Corão é verdade, mas B16 retirou o sapato ao entrar no mosque e rezou com gestos junto aos muçulmanos e voltado para Meca
    * JPII era um verdadeiro bonachão, mas em questões morais foi firme; já B16 até defender o uso de camisinhas em certas circumstâncias defendeu
    *JPII deixou o circo da mentira ser publicado em seu pontificado em relação á Fátima, mas as mentes por trás dessa catástrofe eram dos Cardeais Bertoni e Ratzinger
    * JPII deixou que inúmeros golpes fossem disparados contra a Tradição (Ecclesia Dei, etc.), mas não podemos esquecer que era o responsável por tais condenações e ataques (Card. Joseph Ratzinger)
   *Por fim, cabe-nos ainda perguntar: Quem o beatificou?


 Bento XVI é o pior inimigo da Tradição, basta estudar sua história. E Dom Fellay sabe disso, mas creio que as mesmas *Lojas Maçonicas que ele denunciou no seio do Vaticano , conseguiu, de uma forma ou outra, atingí-lo. É a única explicação lógica, ao meu ver, para casos como esse e de todos os outros já executados pela Comissão Ecclesia Dei.

 (*em 2009 ele disse ter tido informações de que 4 Lojas moçônicas no Vaticano eram destinadas ao alto clero, já em 2011 ele disse que havia uma loja Maçônica no Vaticano destinada basicamente ao Clero Homosexual, em ambos os casos, tais afirmações, podem ser encontradas em vídeos no Youtube)  

Se todas as evidências contra Menzigen e sua trupe ainda estiver obscura e incerta em sua confusa mente, lembre-se de como os protestantes, maçons e afins elogiaram e comemoraram o revolucionário concílio? Pois, olhe então, ao seu redor e veja quem são os que andam declarando amor á +Fellay, derramando lágrimas de alegria por tais "negociações"...

Por outro lado, os tradicionais derramam lágrimas de sangue.

 Kyrie Eleison.



20/05/2012

CARTA ABERTA AOS PADRES DE CAMPOS



 Niterói, 30 de outubro de 2001

Reverendíssimo Dom Licínio e caríssimos padres,

Não sou a pessoa mais indicada para lhes escrever esta carta. Não tenho pretensão de obter dos senhores um assentimento que os senhores não quiseram dar aos bispos da Fraternidade, Dom Fellay e Dom Galarreta, quando estes foram tentar lhes mostrar o tremendo prejuízo que os acordos dos senhores com o Vaticano poderiam acarretar para a Igreja, para o combate pela “Sobrevivência da Tradição”.

No entanto, tenho uma razão muito séria para escrever sobre isso e o faço com o conselho e aprovação do próprio Dom Fellay. Essa razão é que alguns dos nossos fiéis de Niterói e Rio são oriundos de cidades atendidas pelos senhores e sempre tiveram os “Padres de Campos” em alta estima e reverência. Hoje, eles não conseguem atinar com o porquê de um acordo separado da Fraternidade São Pio X e, pior, contra os conselhos e avisos dos bispos da Fraternidade.
Outra razão que me dispõe a lhes escrever é a experiência que vivi, em 1988, no Barroux, quando Dom Gérard Calvet quis, ele também, fazer um acordo com o Vaticano.

Esta é a primeira semelhança que vejo entre a atitude de Dom Gérard e a dos senhores: Mgr. Lefebvre acabara de recusar um acordo por não ver, nas intenções do Vaticano, as garantias necessárias para a sobrevivência da Tradição. Dom Gérard, considerando os interesses particulares do seu mosteiro acima dos interesses da Igreja, aceitou separar-se de Mgr. Lefebvre para recuperar uma situação jurídica e canônica “normal”, largando a espada do combate.

Hoje, igualmente, a Fraternidade acabara de recusar um acordo, pelos mesmos motivos de Mgr. Lefebvre, e os senhores preferiram considerar o bem particular dos senhores e não o bem comum da Igreja. Cansaram-se de viver dia e noite no combate e na marginalização.
Mas as semelhanças não ficam aí.
Quando a Fraternidade estava fazendo as atuais negociações, eu conversava com o Pe. Fernando ao telefone e este me deu três razões que considerava suficientes para ir adiante e fechar o acordo, ainda que sem o Vaticano ter liberado a Missa de S.Pio V:
–  muitos novos viriam para a Tradição
–  nós teríamos um pé dentro da Roma modernista para pregar a Tradição
–  poderíamos voltar atrás, caso fôssemos pressionados.
Ora, são exatamente os mesmos argumentos de Dom Gérard, em 1988. Isso é para mim, chocante! Primeiro porque os senhores souberam criticar devidamente, então, a atitude de D. Gérard. Segundo, porque a conclusão lógica a que os senhores são obrigados a chegar hoje, é que D. Gérard teria tido razão!! Ele adiantou-se em dez anos aos senhores, o que os obriga a crer que ele teria tido mais visão das coisas do que os senhores.

Penso que não se pode negar as evidências seguintes:

–   os novos que virão não estarão possuídos do desejo de se converter à verdadeira Tradição. Virão aos senhores porque os entraves jurídicos estarão retirados e não por razões de fé. Serão muito simpáticos, mas não buscarão a verdade total, aquele quê de doutrina que leva as almas ao martírio.
–   estar dentro da Roma modernista, isso está provado, causa uma contaminação certa dos princípios norteadores do Vaticano II, que são insuflados em doses homeopáticas até que o fruto cai, como caiu a Fraternidade S. Pedro.
–   Voltar atrás? Qual deles voltou? Eles preferiram concelebrar com o Papa a voltar atrás! E se voltarem, o que será dos fiéis das suas paróquias? Todos voltarão? Quantos ficarão presos nas malhas da legalidade? Considero essa atitude temerária e ela não leva em conta o equilíbrio das almas que lhes foram confiadas pela Providência. Os senhores regularizam no papel um falso problema de excomunhão, e os fiéis que sigam e obedeçam. E amanhã, eles que voltem atrás com os senhores!

Não consigo ver nisso o respeito pelas almas exigido pela vida sacerdotal.

Em relação à Fraternidade São Pio X, não entendo como os senhores conseguem manter uma recusa tão obstinada aos pedidos de bispos que foram em seu socorro em todas as ocasiões de suas necessidades: a Sagração de Dom Licínio, ato de extrema coragem desses bispos, pois muitos poderiam entender mal esse gesto, como alguns entenderam. Foi pensando nos senhores e em seus fiéis que esses bispos aceitaram essa Sagração.

Em seguida, os seminários da Fraternidade foram abertos aos seminaristas de Campos, recebidos como irmãos.

E além disso, quando a Fraternidade foi chamada para as negociações com o Vaticano, no início do ano 2001, os senhores foram amavelmente chamados a participar. Eles não estavam obrigados a isso, porém, mais uma vez, foram generosos e fraternos no combate pela Tradição.
Diante dessa  evidência, a recusa a atender às súplicas da Fraternidade gera para os senhores o terrível peso de uma traição. E nisso, mais uma vez, os senhores se igualam a Dom Gérard. Os senhores, talvez, não vejam a coisa assim, mas também não podem recusar, aos bispos, o direito de se sentir traídos.

E assim como a traição de Dom Gérard causou um drama terrível entre os fiéis franceses, com a divisão das famílias e a profunda decepção pelo abandono e pela fraqueza, assim também os senhores hoje, causam, para os fiéis brasileiros a mesma decepção e as mesmas divisões.
Disse, em 1988, a Dom Gérard, o que repito hoje aos senhores: milhares de fiéis esperam ansiosos que os senhores os confirmem na fé católica, no combate que nos é exigido pela Divina Providência, sem se deixar levar pelo cansaço, pela fraqueza, pelo canto da sereia da legalidade comprometida. O que Nosso Senhor exige é o martírio gota a gota e a límpida e clara profissão de fé católica, sem pacto com os modernistas do Vaticano.

O Papa, sim, a legalidade jurídica, sim. Porém, antes de tudo, responder ao nítido chamado de Deus para o combate pela fé. No dia em que o Papa se converter de verdade, isso aparecerá mais claramente do que a luz do sol. Evidentemente, não é beijando o Alcorão e indo rezar numa mesquita que ele nos mostra essa conversão.

Todos os fiéis das capelas do Rio e de Niterói rezam pelos senhores, pedindo à Virgem Maria que mova os vossos corações de volta à luz da Verdade.

In Christo et Maria
Dom Lourenço Fleichman OSB


http://www.capela.org.br/Crise/cartaaberta.htm

29/04/2012

A verdade não envelhece - Explosão do passado

Como a verdade é sempre atual, disponibilizo uma entrevista legendada de 2003 do ilustríssimo Dom Williamson.

Bispo Williamson em alta definição... dos erros modernos!

É com prazer que disponibilizo aos leitores do blog, uma séria de vídeos legendados para o Português; a começar com ninguém menos que: Dom Williamson!

23/04/2012

Se ainda restam dúvidas sobre a intenção de Roma...

Suponho que tal noticia seja duplamente importante, dado o momento em que vivemos.

Para aqueles tentados a acreditar que algo mudou em Roma desde 1988, aqui está uma dura lição de que os modernistas ainda estão governando em Roma.
Há poucos dias, do ultra-modernita francês "La Croix", através do Tradicional site contre-info.com, veio este relatório:

http://www.contre-info.com/linstitut-du-bo...ente#more-19274

(Original:)
http://www.la-croix.com/Religion/Urbi-Orbi...12-04-17-795546

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Roma exige que o Instituto Bom Pastor (IBP) integre-se com o Concílio Vaticano II


[Pe. Phillip Laguérie, superior geral do Instituto Bom Pastor, às ordenações de seu instituto, na Igreja de Saint-Eloi em Bordeaux.]



O Secretário da Comissão Ecclesia Dei, Dom Guido Pozzo, enviou o Pe. Philip Laguérie, Superior do Instituto do Bom Pastor (IBP), as recomendações oficiais de sua comissão, como resultado da visita canônica ao seu instituto, de acordo com documentos publicados na Internet. Esta visita canónica veio no final do termo de 5 anos, prazo de experimentação decidido, por Roma, no momento da criação do IBP.

Este instituto foi fundado em setembro de 2006 por antigos membros da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X (FSSPX), que chegaram a um acordo com Roma, incluindo Pe. Philippe Laguérie, Pe. Paul Aulagnier e Pe. Guillaume de Tanouarn. O novo instituto tinha obtido "uso exclusivo" dos livros litúrgicos em vigor perante o Concilio.

"Deve ser esclarecido" que esse uso é "no espírito da Summorum Pontificum", disse hoje a Comissão Ecclesia Dei, em uma nota anexa à carta de Dom Pozzo. Assim, exige-se que deve ter em consideração o Motu Proprio de Bento XVI e a liberalização do uso da forma extraordinária do Rito Romano, mas proibindo a exclusão do novo rito, como uma questão de princípio. "Isso serve apenas para definir essa forma [ou seja, a Missa Tradicional] como "o rito próprio do Instituto, sem falar de 'exclusividade' ", disse a comissão Ecclesia Dei.

...

Quanto à formação sacerdotal dada no Seminario de Courtalain, no Eure-et-Loire, França, a Comissão julgou que a avaliação foi "positiva", mas exige "que o Instituto do Bom Pastor integre em seus estudos o magistério do Concílio Vaticano II, dos recentes Papas e do Papa atual. "

Quanto ao mérito da formação, "mais do que meramente criticar o Concílio Vaticano II, mesmo quando feito em uma "séria e construtiva forma ", os esforços de professores devem se concentrar sobre a transmissão de todo o patrimônio da Igreja, enfatizando a hermenêutica da renovação em continuidade e apoiando a integridade da doutrina católica exposta pelo Catecismo da Igreja Católica", diz a Ecclesia Dei.

Finalmente, a Ecclesia Dei sugere uma melhor colaboração com os Bispos Diocesanos: "É importante que o bispo acolha e valorize o carisma específico do instituto para o bem de toda a Diocese e, ao mesmo tempo, que os sacerdotes do instituto realmente encaixem com o espírito de comunhão em toda a vida da Igreja e da Diocese ".


Precisamos "especular" se as " intenções" oriundas da Roma modernista são boas ou ruins???

KYRIE ELEISON!