Mostrando postagens com marcador Roma FSSPX Acordo prático Ecclesia Dei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roma FSSPX Acordo prático Ecclesia Dei. Mostrar todas as postagens
04/04/2013
Os "bons" padres da FSSPX estão cada vez piores
Favor notar que não é permitido qualquer distribuição ou circulação de literatura desautorizada em nossas capelas, e isso inclui o "The Recusant!"
Pe. Morgan
O Carmelo de São José na Alemanha e a FSSPX
Uma breve apresentação dos acontecimentos da Primavera de 2013.
O Carmelo de São José, em Brilon-Wald existe desde 2 de Fevereiro de 1984. Foi fundado a partir do Carmelo de Quievrain que em si foi fundado pela irmã biológica de Archhbishop Marcel Lefebvre. No momento o Carmelo é composto por seis irmãs professas e um noviciada e todas vivem em reclusão.Autoridade Suprida
A fim de ser protegida do Modernismo da igreja "conciliar" que destrói a vida religiosa, o Carmelo de Brilon-Wald, como o Mosteiro mãe, confiou á Arcebispo Lefebvre e sua Fraternidade Sacerdotal São Pio X para o seu cuidado espiritual. Arcebispo Lefebvre exerceu uma "autoridade suprida" sobre este e outros Mosteiros nos quais ele era mais um "pai conselheiro e amigo do que uma autoridade jurídica", parafraseando o Superior Geral da Sociedade, Padre. Franz Schmidberger em uma carta circular a todas as comunidades religiosas aliadas em 28 de Maio de 1991.
Após a morte de Abp. Lefebvre esta "suprida autoridade" foi inicialmente dada para Mons. Fellay e depois de sua eleição como Superior Geral da Sociedade, em 1994, Mons. De Galarreta. Ele exerce esse cargo no espírito de serviço, de acordo com o Pe. Schmidberger, não como membro da Sociedade de São Pio X, mas como um bispo católico, e cada congregação religiosa "foi absolutamente exonerada de acompanhá-lo ou não". "Nem ele, nem a Fraternidade tem a menor intenção de se aproveitar de qualquer forma das outras comunidades. É importante ver em suas ações sempre como uma ação extraordinária e não de jurisdição ordinária, até o dia em que a ordem divina retorne a Igreja de Deus." Isso é o que foi dito na carta do Superior Geral em 1991 .
Maneiras novas e estranhas e uma decisão necessária
Desde o ano de 2000, a Sociedade de São Pio X, liderada por seu Superior Geral Dom Fellay, traçou um novo caminho (que por sinal foi abertamente admitido pelo assistente Padre Niklaus Pfluger em uma reunião sacerdotal do Distrito Alemão em Stuttgart, em setembro de 2011), que era cada vez mais claro a direção á uma "regularização canônica", um "acordo canônico" com Roma conciliar. Isto acarretou uma grande agitação as Carmelitas de Brilon-Wald, uma vez que elas haviam confiado à Sociedade de São Pio X, a fim de ser protegida precisamente desta Roma conciliar. Será que elas devem ser entregues a eles agora por seus próprios protetores?
Os acontecimentos turbulentos especialmente dentro da própria Fraternidade a partir do Outono de 2011 em diante não ajudou a dissipar estas preocupações e tranquilizá-las. Em particular, o Carmelo olhou para o respectivo responsável Bispo de Galarreta. Inicialmente, ele parecia dar todos os motivos para ter esperança, uma vez que ele já havia falado claramente em suas "Reflexões", por ocasião de uma reunião dos superiores da Fraternidade em Albano em 7 de Outubro de 2011, depois novamente e mais claramente na carta conjunta com os Bispos Williamson e Tissier Mallerais para o Capítulo Geral da Fraternidade em Abril de 2012 contra um "acordo canônico".
Após o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, no Verão de 2012, com as suas "Seis condições deploráveis" para uma "rendição honrosa"; após a exclusão de Mons. Williamson inicialmente do Capítulo Geral e depois da Fraterdade, sem que seus irmãos bispos viessem para ajudá-lo, particularmente após a palestra do bispo de Galarreta em Villepreux em Outubro de 2012, em que ele mudou de Saulo para Paulo, ou seja, de um adversário do acordo para o seu defensor; depois de todos esses acontecimentos nada restou de sua esperança inicial. Uma pessoa não pode ter qualquer confiança de ser protegida pelas autoridades da FSSPX do modernismo Romano conciliar.
Clareza final veio através da leitura do livro do Padre Michel Lelong sobre o "GREC" intitulado "Pour la reconciliação nécessaire", que expõe abertamente quanto tempo e com que quais métodos têm trabalhado dentro da Sociedade para uma união com Roma conciliar, ou seja, o quanto o "FSSPX" já foi infectada, minada e quão profundo o mal já estava enraizado.
No inverno de 2012/13 as Carmelitas de Brilon-Wald, portanto, chegou à conclusão de que seria necessário finalizar as conexões com a FSSPX, a fim de permanecerem fiéis à fé Católica e não serem entregues a Roma conciliar. Quando em Março de 2013 havia a perspectiva de uma visita do Bispo do Galarreta [ao Carmelo Alemão], pois ele se encontrava na Alemanha na época, elas [Carmelitas] disseram Ea ele em 25 de Fevereiro sobre a decisão de que eles não mais valeriam de sua "autoridade suprida", e que portanto, sua visita não era mais necessária. Esta etapa veio após intensos estudos, meditação, oração e aconselhamento como era seu pleno direito, uma vez que, de acordo com a redação do Superior Geral a partir de 1991 as comunidades religiosas eram totalmente livre para contactar Bispo de Galarreta ou não.
Manobra para capturar uma fortaleza
O antigo Superior Geral e presente Superior Distrital da Alemanha, o Padre Franz Schmidberger, parecia ter esquecido completamente a sua carta anterior, de 1991. Para no mesmo dia, 25 de Fevereiro, quando ele mal havia recebido a mensagem do Bispo de Galarreta e antes que ele fosse capaz de pensar ou mesmo considerar - porque ele estava, como sempre, na casa de retiro da Faternidade na pregação em Black Forest pregando um retiro - ele enviou imediatamente um fax para o [diretor] espiritual das Carmelitas em Brilon-Wald, em que ele ordenou que o mesmo deixasse o Mosteiro em três dias, pelo menos até 28 de Fevereiro ás 8:00PM (interessante, exatamente no mesmo momento que Bento XVI abdicava) e para ir, por enquanto, para sua residência na Sede Distrital, em Stuttgart. Como justificativa, ele mencionou que as Carmelitas queriam separar-se por causa do "liberalismo alegado" na FSSPX e que elas se recusavam até em falar com o seu "superior eclesiástico" (ele provavelmente quis dizer Mons. De Galarreta). Ora, a "autoridade suprida"sem jurisdição própria de repente se transformou em "superior eclesiástico", mesmo com o Primeiro Assistente da FSSPX afirmando em uma recente entrevista com o pleno consentimento de ambos, --tanto do Superior do Distrito Alemão como o da Superior Geral; que a "FSSPX" sofre de uma "irregularidade canônica". Clero irregulares certamente não podem ser "superiores eclesiásticos" ...
Devido o Capelão nem estar presente em Brilon-Wald durante nos dias 25 - 28 de Fevereiro, ele já não poderia atender tal demanda. Quando regressou a situação já havia mudado. Em primeiro lugar, alguns sacerdotes bem-intencionados fizeram o que se poderia esperar do Superior Distrital, e convenceu as irmãs Carmelitas de tomarem um tempo antes de uma separação definitiva com a Fraternidade e tentar uma conversa com Mons. de Galarreta. Por isso a demora da decisão até a Páscoa, e uma visita do Bispo foi agendada para 20-23 de Março.
Em segundo lugar, a irmã externa deixou o Carmelo no dia 28 de Fevereiro. (Uma irmã externa é uma Freira Carmelita que não vive fechada e que realiza, por exemplo deveres externos: compras corriqueiras). A Irmã externa de Brilon-Wald só recentemente professou solenemente seus três votos religiosos para o Carmelo St. Joseph, na Festa de São José 2012. Ela, no entanto, não queria saber nada sobre os acontecimentos na FSSPX e recusou-se a tomar nota de qualquer informação. Portanto, ela não estava de forma alguma pronta para seguir o rumo de sua Comunidade.Sua Madre Superiora pediu-lhe para esperar até a Páscoa e ofereceu-lhe que se ela discordasse mais tarde da decisão, ela seria acomodada em outro Mosteiro Carmelita. Medidas adequadas já haviam sido tomadas e um Carmelo que aceitaria a irmã em tal caso também já havia sido encontrado . A externa no entanto, não quis esperar e insistiu em deixar o Mosteiro imediatamente. Para isso, ela entrou em contato com seu irmão biológico, que é sacerdote na Sede Distrital em Stuttgart e que veio imediatamente para levar sua irmã consigo.
Entre o retiro que terminou no 2 de Março e a Reunião Sacerdotal que começou em 4 de Março, o Superior do Distrito Alemão encontrou tempo para escrever uma carta para o Capelão do Carmelo, em que ele chamou-o novamente, desta vez como um comando de "em obediência" para sair do Carmelo até 7 de Março e estar na Sede Distrital de Stuttgart até 8:00pm. Esta carta foi entregue ao Capelão em 5 de Março por meio de "carta registrada".
A Madre Prioresa voltou-se então, pessoalmente, para o Padre Schmidberger e perguntou-lhe educadamente para que deixasse o Capelão pelo menos até a Páscoa no Mosteiro, caso contrário, especialmente após a retirada ilegal da Irmã externa, ela seria incapaz de acreditar na pureza da sua intenção e, portanto, das intenções da FSSPX. A resposta veio em torno de 6 de Março: É direito do Superior do Distrito transferir os padres acordo com sua vontade; ele não tem qualquer responsabilidade pela fuga da Irmã externa. Além disso, a remoção da externa era necessário para os nervos e, além disso, ele sente muita falta de humildade dos Carmelitas remanescentes de Brilon-Wald.
Se um ladrão quer levar uma cidade ou fortaleza, ele se dá ao trabalho primeiro de cortar o fornecimento. Algo semelhante aconteceu aqui. Após a remoção da Irmã externa, que foi responsável por fornecer os meios de subsistência, agora o Capelão deve ser removido e, assim, os meios espirituais de subsistência deveriam ser cortados. O Reverendo Padre Superior do Distrito obviamente tentou muito agarrar o Carmelo de Brilon-Wald, muito pelo contrário de sua afirmação em 1991 (outra possibilidade de apreensão não foi dada, pois a propriedade do Carmelo com os seus edifícios, Mosteiros, Capela e Casa Espiritual estava sob posse das Freiras). Todos os seus protestos de inocência foram em vão. Pois o direito de mover um padre não inclui o direito de abandonar um Mosteiro sem um alimento espiritual e infligir em certo sentido, um interdito, apesar do fato de que elas não foram consideradas culpadas de qualquer crime. E o rapto de uma Freira de seu Mosteiro por um sacerdote que está sob sua própria autoridade e que acomodou esta freira fugitiva em sua própria casa, é impossível de ter acontecido sem o consentimento dele, especialmente porque ele defendeu este procedimento ilegal.
A ruptura inevitável
A situação era clara para as Carmelitas. Elas informaram Mons. de Galarreta que ele não tem que preocupar-se mais. Sob tais circunstâncias, a colaboração com essas pessoas era impensável. Também ficou claro para o Capelão que ele não poderia seguir o comando do Superior Distrital. Pois comandos absurdos e injustos não são obrigatórios. O comando era absurdo, pois no curto período de menos de três dias era impossível para o [diretor] espiritual organizar todos seus problemas, embalar suas coisas e organizar sua mudança. O comando foi injusto pois foi obviamente destinado a privar as Carmelitas de Brilon-Wald da Santa Missa e dos sacramentos.
De fato, o Superior Distrital acanhadamente prometeu em seu "correio registado" para oferecer um "substituto" para [direção] espiritual, mas na "data marcada" de 7 de Marco, nada se via ou ouvia deste "substituto". Pelo menos até a Páscoa a assistência espiritual para as irmãs deveria ter sido assegurada, e mesmo além por um período razoável, a fim de dar as freiras a oportunidade de encontrar um novo Capelão. Afinal o Carmelo não era culpado de nenhum delito, simplesmente fez uso de seu próprio direito e, portanto, não havia nenhuma razão para qualquer punição - especialmente não em vista dos incontáveis méritos que o mosteiro tinha adquirido para o Distrito Alemão em quase trinta anos.
É naturalmente esperar que a FSSPX espalhe todos os tipos de insultos e calúnias contra o Carmelo em Brilon-Wald e pelo menos fale mal dela, uma vez que não podem vencê-las. Em segundo lugar, pode-se supor que o Capelão será excluído da FSSPX devido a "desobediência". Mas é preciso obedecer mais á Deus do que os homens. "In Deo laudabo verbum, in Domino laudabo sermonem: in Deo speravi, non timebo quid faciat mihi homo." (Sl 55,11).
=======================================
http://www.therecusant.com/brilonwaldcarmel
=======================================
18/09/2012
30/07/2012
25/07/2012
Condições da FSSPX impostas á Roma
Eu acho que é hora de comentar sobre esta nova revelação de Menzingen. Quando nós combinamos com o comunicado divulgado no início desta semana, podemos obter uma boa imagem da situação actual no governo da FSSPX sobre Roma.
Em primeiro lugar, a idéia de um acordo puramente prático é aprovada. É importante notar isso. A unidade não é baseada na confissão comum da fé, mas em um acordo prático em que a FSSPX concorda em discordar, assim como Roma.
Em segundo lugar, vemos dois conjuntos de condições abordadas pelo Capítulo Geral: três são "sine qua non" e três são apenas desejadas. O que elas nos revelam?
Das três primeiras, a primeira exige a liberdade de repassar a Fé (imagine exigir tal coisa de uma autoridade católica!), bem como a liberdade de repreender o erro publicamente. Agora, se examinarmos as ações da FSSPX, desde o início deste pontificado, nota-se a crescente falta de crítica das ações do Papa, especialmente quando comparamos com o último papa. Notei isso anos atrás e fui observando com preocupação, especialmente quando lia e leio os escritos e discursos deste papa no passado e no presente. Se eles são tão cuidadosos agora, creio que Roma não terá que temer as críticas. Observem o que acontece quando os sacerdotes se atrevem a ser demasiadamente francos em suas críticas ao modernismo em Roma.
Em segundo lugar, existe o uso exclusivo do Missal de 1962. Qual Missal de 1962? O que é usado pela FSSPX ou o com a nova oração de Sexta-Feira Santa? Ou, ainda, o novo planejado com "enriquecimentos"? De qualquer forma, existe a demanda para rezar de uma forma católica. Suponho que isso seja algo. "Por favor, deixe-nos rezar como católicos e não como hereges! Nós temos que ter essa cláusula.
Em seguida, temos os três desejos. Mas no entanto, não haverá nenhum gênio para conceder-lhes. Tais desejos nos dizem muito sobre o que a Fraternidade está disposta a por em risco.
Em primeiro lugar, um tribunal eclesiástico em primeira instância. Isso seria como o tribunal de casamento em uma Diocese, que é a primeira instância em casos de casamento, embora fosse lidar com outros problemas também. Isso nos diz que a Fraternidade apenas deseja que Roma conceda esse tribunal. Se Roma disser "não", então diremos olá para os belos Tribunais Diocesanos de Anulação, e nós sabemos como eles são competentes.
Em segundo lugar, a isenção dos priorados, Capelas, etc. da FSSPX do bispo local. Incrível. Os rumores mais antigos falavam de locais com menos de três anos de idade. Agora se refere a qualquer local. Isso é uma esperança? Se não houver uma insistência absoluta, então veremos uma rápida extinção de vários locais da FSSPX e muitos outros vazios.
Em terceiro lugar, uma Comissão em Roma na qual a Tradição será a maioria sob o poder do Papa. Quem é "da tradição"? Será que a Fraternidade de São Pedro ou o IBP deixarão de ser considerados "da Tradição", de Roma? Será que vão fazer parte da festa? Ou haverá duas Comissões "Ecclesia Dei"? E qual será a Comissão para proteger a FSSPX dos graves erros ensinados pelo papa? Ou para proteger do próximo papa que será pior?
Se eu quisesse ser como o menino que apontou que o imperador não tinha roupas, eu poderia apontar que não se faz exigências ao Papa. Não dizemos o que o papa deve fazer para que se comprometa a estar sujeito a ele. O problema é que deve existir reivindicações. E por quê? Porque todo mundo sabe que o papa não é Católico, realmente. Precisamos ser protegido de Roma, não por Roma. Sabemos que as condições têm de ser previstas, porque a hierarquia é o problema. Porque não pregamos nem rezamos de acordo com a mesma fé, então todos os tipos de garantias têm de ser cumpridas. É um absurdo. Essa não é a unidade da Igreja. Isso é Anglicanismo, aonde cada ramo necessita sua própria administração. E, assim, como no Anglicanismo, aqueles que são mais conservadores precisam da proteção de bispos fora de suas dioceses, que têm que viajar para tais locais para praticarem sua forma especial de Anglicanismo. Isso não é Catolicismo.
Lutamos contra o Concílio porque ele não é Católico. Seus ensinamentos não são Católicos. A sua Missa Nova não é Católica. Sua espiritualidade não é Católica. Essa é a única razão pela qual lutar. Nós não concordamos em discordar. Para os católicos ou é a unidade da fé ou desunião. E o Novus Ordo não tem unidade real. É um guarda-chuva sob o qual várias espiritualidades contraditórias vivem sob a proteção ecumênica da Roma modernista. Nós não negociamos com um papa-Católico- nos submetemos a ele, porque ele realmente acredita na Fé Católica. Este (Papa) acredita em si mesmo, mas quanto à Fé Católica, objetivamente falando, ele prega uma nova fé. Convido todos a lerem o Discusso de 06 de Setembro de 1990, do Arcebispo Lefebvre, aonde ele expõe todo o problema, assim como sua única solução.
Estabelecendo condições inúteis, de modo a estar sob um guarda-chuva com os hereges não é a solução. Vamos tentar viver em uma maneira sobrenatural, isto é, sem manobras políticas que não nos levará a lugar algum, o que precisamos é da conversão do papa ... á Fé Católica. Não é nenhuma novidade querer que o papa seja Católico!, não é mesmo??
(Sublinhos, itálicos, etc. são meus)
27/06/2012
Padre Damien Fox (FSSPX)
Sermão e Conferência na Festa de São João Batista - St. Catherine's, Ontario, Canada
TRADUÇÃO EM BREVE...
Sermão:
Conferência:
TRADUÇÃO EM BREVE...
Sermão:
Conferência:
25/06/2012
Carta aos Padres da FSSPX em relação os recentes acontecimentos
Vossas Excelências e Superiores,
Eu informo a todos os membros da Assembléia, ainda, que em virtude do Canôn 2331, Parágrafo 1 e 2 (Novo Código 1373), o Superior Geral privou Mons. Williamson de seu ofício, o de membro da Assembléia, por ter tomado a posição de convocar uma rebelião e por sua contínua e repetida desobediência. Ele proibiu, também, a presença de Mons. Williamson nas ordenações em Ecône.
Como devem saber, nosso Superior Geral respondeu a carta do Cardeal Levada do dia 16 de Março, que tentou impor o preâmbulo doutrinário do dia 14 de Setembro de 2011. Através desse documento, datado no dia 15 de Abril, o Cardeal tentou se livrar do impasse criado pelo preâmbulo. De acordo com várias fontes, o novo texto parece ter satisfeito o Sumo Pontífice.
Em 13 de Junho de 2012, Cardeal Levada retornou ao nosso superior geral com seu texto de Abril, mas foi formatado de tal modo que ainda tomava, em substância, muito das proposições de Setembro, 2011. Mons. Fellay informou-lhe que ele também não poderia assinar esse novo documento, que era claramente inaceitável. A próxima Reunião Geral (Julho 2012) permitirá a análise de todo o dossiê.
Eu informo a todos os membros da Assembléia, ainda, que em virtude do Canôn 2331, Parágrafo 1 e 2 (Novo Código 1373), o Superior Geral privou Mons. Williamson de seu ofício, o de membro da Assembléia, por ter tomado a posição de convocar uma rebelião e por sua contínua e repetida desobediência. Ele proibiu, também, a presença de Mons. Williamson nas ordenações em Ecône.
Por fim, Mons. Fellay cancelou as ordenações dos Dominicanos de Avrillé e dos Franciscanos (Capuchinos) de Morgon que estavam marcadas para o dia 29 de Junho. Tal cancelamento foi feito pelo simples fato do Bispo desejar uma prova de lealdade dessas comunidades antes de impôr suas mãos sobre os candidatos. (I Timóteo 5:22).
Estejam certos, Excelências e superiores, de meus respeitosos e fiéis desejos.
Padre Christian Thouvenot
Fonte (PDF em Francês):
_________
24/06/2012
Dom Judas Fellay
24 de Junho, 2012.
Foi anunciado essa manhã, no Convento Dominicano de Avrillé, a recusa (em escrito) de Dom Fellay em ordernar qualquer Dominicano ou Franciscano em Ecône no dia 29 de Junho, data que estava marcada para 3 sub-diáconos Dominicanos receberem o Diaconato, e 3 diáconos Franciscanos receberem o sacerdócio.
O motivo só pode ser pelo os mesmos se recusarem a dobrar seus joelhos ao Conciliarismo. Está aberta e declarada sua guerra contra a Tradição.
O beijo de Judas
Que a santa fúria dos santos Domingos e Francisco caia sobre esse traidor de mitra.
Foi anunciado essa manhã, no Convento Dominicano de Avrillé, a recusa (em escrito) de Dom Fellay em ordernar qualquer Dominicano ou Franciscano em Ecône no dia 29 de Junho, data que estava marcada para 3 sub-diáconos Dominicanos receberem o Diaconato, e 3 diáconos Franciscanos receberem o sacerdócio.
O motivo só pode ser pelo os mesmos se recusarem a dobrar seus joelhos ao Conciliarismo. Está aberta e declarada sua guerra contra a Tradição.
O beijo de Judas
Que a santa fúria dos santos Domingos e Francisco caia sobre esse traidor de mitra.
22/06/2012
Destituição de Mons. Fellay
Carta abierta a los Padres y fieles de la F.S.S.Pio X de América del Sur
(Retirado do site SPES)
Mucho se habla de la crisis gravísima por la que pasa la congregación que fundara Mons. Lefebvre, pero poco y nada se hace de manera concreta y atacando el origen del actual desorden que sufrimos, que no es otro que M. Fellay y sus asistentes. Por lo cual propongo una campaña de levantamiento de firmas en este y otros continentes, pidiendo sean removidos de sus cargos en razón de su desobediencia al Fundador, su inmoralidad y abuso de autoridad. Que el próximo capítulo sea sólo para la elección de una autoridad competente, que haya dado muestras evidentes de fidelidad al combate por la Tradición.
P. Ernesto J.J. Cardozo (runaejcv@yahoo.com)
Siguen firmas:
12/06/2012
Mais um sermão, dessa vez Padre Michel Koller (FSSPX)
Meus queridos fiéis, em vez de dar um sermão hoje eu gostaria de compartilhar com vocês meus pensamentos sobre uma situação, a fim de ajudá-los em suas próprias reflexões, assim como eu mesmo devo fazer. Como a maioria de vocês sabem, haverão documentos assinados em Roma para reconhecer a Fraternidade Sacerdotal São Pio X esta semana, dando-lhe uma prelatura pessoal, isto é, que será diretamente dependente do Papa. Diante da gravidade deste ato, eu aprendi com que o dia do meu batismo, o dia da minha confirmação e especialmente o dia da minha ordenação sacerdotal, recebi deveres a cumprir, assim como você também recebeu. O primeiro dever era estudar a minha fé. Segundo dever: mostrar a minha fé, praticá-la. Terceiro dever: defender a minha fé contra o erro. Hoje a minha fé está em perigo. Porque meus queridos fiéis, se hoje eu não quero passar por toda a história de que nos levou à assinatura de um acordo, permita-me citar apenas alguns os textos e dar alguns breves comentários sobre eles para que vocês percebam o que está em jogo com o tal acordo. E que depois todo mundo possa ser capaz, depois de reflexão e meditação, de extrair as conseqüências e agir em conformidade.
A Primeira frase que eu gostaria de comentar é uma frase escrita por Mons. Fellay em 14 de abril de 2012, escrevendo para os outros três bispos da Fraternidade São Pio X, aos quais se mostraram uma firme oposição de qualquer acordo com Roma. Desta carta retirarei uma frase, "Para o bem comum da FSSPX preferimos nosso presente 'status quo' do que uma situação provisória, mas Roma não está disposta a tolerar por mais tempo." Meus queridos fiéis, esta frase é extremamente grave em suas conseqüências, afinal, você assim como eu, aprendemos que um pai de família tem o dever primário de proteger o bem-estar de sua família. O chefe de uma empresa tem o dever primário de proteger o bem-estar de seu negócio e é assim também para com um Superior de uma Comunidade Religiosa. Mas, então, eu leio aqui, que para o bem comum da FSSPX é preferível ficar na nossa presente situação, mas, ao mesmo tempo, que Mons. Fellay prefere sair desse bem comum da Fraternidade. Claro que podemos legitimamente perguntar-nos: Se Mons. Fellay está fazendo isso é porque há possivelmente uma mudança favorável pelo lado de Roma e, se esse fosse o caso, seria bom e oportuno para aproximar-se um pouco mais do Papa.Meus queridos fiéis, para aqueles de vocês que tiverem estudado a questão um pouco que seja sobre uma mudança, tanto na Cúria Romana quanto no Papa Bento XVI, nota, assim como eu, o seguinte; isso são fatos: Quando o Motu Proprio de 7 de julho de 2007 foi promulgado, liberando a Missa Tridentina, observadores tiveram o cuidado de analisar as intenções de seu autor, olhando para o que ele iria fazer. É verdade que o Motu Proprio ao liberar a Missa Tradicional (como se ela precisasse ser liberada se assim preferir) deixou uma primavera adentrar na Igreja. No entanto é bom lembrar que, em 21 de outubro de 2007, o Papa fez o encontro inter-religioso em Nápoles, em abril de 2008 visitou a sinagoga de Nova York. Como você sabe, não foi para admirar a arquitetura, mas por outro motivo muito mais sério. Em 2008 ele foi para Sydney com sua liturgia inculturada e seu ritual pagão, que foi introduzido na liturgia na presença do Santo Papa. Em maio de 2009, o Santo Papa visitou uma Mesquita em Jerusalém. Da mesma forma não foi para admirar a arquitetura, mas para rezar lá. Ainda em 2009, no mesmo dia, houve o ritual Judaico no Muro das Lamentações, que é algo que só os Judeus fazem, mas naquele dia foi praticado por Bento XVI. Em Janeiro de 2010, houve uma visita à sinagoga de Roma, março 2010 a participação ativa num serviço Luterano em Roma; em Maio de 2011 veio a beatificação de João Paulo II, e em outubro de 2011 a repetição do escândalo em Assis, onde não só foram todos os tipos de religiões, como até os ateus também -- e foram aptos de se expressarem, não sua fé, é claro, mas seu ponto de vista sobre a fé.
Tantas coisas, meu queridos fiéis, que têm marcado esta Primavera na Igreja, que deveria ter sido o resultado do Motu Proprio. Pode-se acrescentar uma infinidade de palavras, mas vamos nos limitar a ações como acabamos de fazer. Seus atos são extremamente sérios diante de Deus porque ele está pecando principalmente contra o primeiro mandamento, mas pecam igualmente por seus atos. Como Mons. Lefebvre disse, ele (Papa Bento XVI) continuou no trabalho de destronar Nosso Senhor Jesus Cristo. Claro, meu queridos fiéis, alguns de vocês que foram alimentando uma grande esperança, dizendo: você não pode apenas olhar para as coisas ruins que ele faz, já que ele está estendendo a mão para nós. Bem, queridos fiéis, eu respondo, usando as próprias palavras de Mons. Fellay. "Assinar um acordo com Roma acarretará consequências e, dentre elas, aqui estão alguns exemplos: (estou apenas citando Dom Fellay -- Você encontrará isso no jornal oficial da Fraternidade São Pio X,.. nº 256, em um artigo intitulado - Entrevista com Monsenhor Fellay sobre a nossa atitude em relação a Roma -- Estas palavras não são minhas. Queridos fiéis, eu insisto, precisamos considerar as conseqüências de tal ato.) Entre as muitas perguntas que foram colocadas para Mons. Fellay, uma foi a seguinte: "Uma prelazia pessoal é a estrutura canônica que você mencionou em declarações recentes. Agora, no Código de Direito Canônico, cânon 297, exige-se não só a informar os Bispos Diocesanos sobre a fundação de uma obra no seu território, como também obter sua permissão. Embora seja claro que qualquer reconhecimento canônico irá preservar nosso apostolado em seu estado atual, você está inclinado a aceitar a eventualidade de que futuros trabalhos só serão possíveis com a permissão dos Bispos das Dioceses onde a FSSPX não está presente hoje ? Resposta de Dom Fellay: Isso continua sendo verdade --pois é a lei da Igreja--, pois para abrir uma nova capela ou fundar uma obra, seria necessário ter a permissão do Ordinário Local. Temos relatado a Roma quão difícil é nossa presente situação nas Dioceses, obviamente, e Roma ainda está trabalhando nisso. Aqui ou acolá essa dificuldade vai ser real, mas desde quando a vida é desprovida de dificuldades?
Vamos, então, ser muito claros meu queridos fiéis, a partir da data da assinatura do documento, cada capela, cada ação individual em uma Diocese terá que ter a permissão do Bispo Local. Ou melhor ainda (ou pior ainda) outra questão a Dom Fellay: "Uma vez mais, se houver um reconhecimento canônico, você irá dar a oportunidade á alguns cardeais da Cúria ou alguns bispos de visitar suas capelas, para celebrar a Missa, administrar a Confirmação, talvez até para ordenar sacerdotes em seus seminários ?" Resposta: "Os bispos que são a favor da Tradição (gostaria de saber quem eles são) e os Cardeais conservadores vão se aproximar. Pode-se prever um desenvolvimento integral, sem conhecer os detalhes particulares. (Nós vamos para adiante na incerteza, mas pelo menos vamos adiante!) E certamente haverão dificuldades, o que é completamente normal. Não há dúvida que as pessoas vão nos visitar, mas para uma colaboração mais precisa, como a celebração da Missa ou Ordenações, dependerá das circunstâncias." Então, meu queridos fiéis, vocês podem esperar para ver Mons. Simon Hypolite aqui, talvez até mesmo para a confirmação. Boa sorte á vocês.
Agora, alguns dirão: Ok, mas mesmo assim você não deve exagerar, existem alguns bons Bispos que vão se espelhar em nós. A resposta, mais uma vez, não é minha; mas dos próprios Bispos Diocesanos. Relativo à integração da Fraternidade de São Pio X em todas as Dioceses, isso é o que os Bispos da França dizem... citaterei-os: "Será que o reconhecimento da FSSPX mudará a situação nas Dioceses? Muitos Bispos não pensam assim e dizem que "os que foram anteriormente marginalizados e ilegais se tornarão marginalizados e legais, assim como os municipialidados que são concedidos um pedaço de terra, assim como aos ciganos que já ocupavam territeorio. Obrigado pelo o "ilegal", obrigado pelo "cigano" e obrigado pelo "pedaço de terra". Vou me lembrar disso.
Um pequeno detalhe que é dito a propósito, neste artigo que não é da FSSPX nem meu, mas da Igreja Moderna, sobre a Missa do Motu Proprio que é a Missa de São Pio V, que foi autorizado (como se precisava de uma autorização) pelo Papa Bento XVI por aquilo que ele chamou de Motu Proprio. Os fiéis tiveram a oportunidade de ter essa missa? O artigo passa por cada Diocese. Eu não vou ler tudo, não é necessário. Na diocese de Poicy e Armante, a aplicação do texto de Bento XVI foi bloqueada. Em Paris, Mons. Trois Veignt não concederá a Missa de St. Estevão no 5 º Distrito, apesar de uma forte demanda local. Na Diocese de Vanne, Dom Centaine não tomou conhecimento do Motu Proprio. Em Reims, Mons. Thierry sempre foi conhecido como um dos inimigos mais cruéis de qualquer contaminação tradicional (obrigado pelo "contaminação") do clero Diocesano. Ele não permitirá que a Missa semanal em sua Catedral/Cidade. Aqui na Diocese de Clermont, Mons. Simon disse ao Padre Hypolite Chabria (infelizmente falecido, eu sei disso diretamente pelo Padre Chabria), a Missa Tradicional no Auvergne será celebrada desde que a FSSPX esteja presente aqui. Assim que eles desaparecerem, não teremos mais a Missa aqui.
Meus queridos amigos, a assinatura aconteceu. Se você, e falo principalmente aqui para a velha guarda, que lutou por 40 anos, procurando um lugar para atender a Missa, refugiando-se em garagens, locais insalubres, porque você foi criticado, condenado, contado com os transgressores pela igreja modernista. Você lutou por 40 anos para nada? Para agora fazer uma aliança com aqueles que não mudaram um jota? É como se perguntassem a um soldado que lutou no Vietnã se ele votaria para François Hollande, para os comunistas? Eu não lhe darei a resposta dele, porque isso é resposta de um soldado de verdade. É impensável para este soldado apoiar os comunistas depois de ter lutado, colocado sua vida em risco; na verdade, centenas, milhares de seus companheiros já estão mortos por causa do comunismo. E eu digo a você também, eu lutei pessoalmente durante trinta anos contra o modernismo, e eu estava presente na morte de vários irmãos que eram desprezados pelos Bispos, pelos Papas; e agora você quer me ver fazendo um acordo com essas pessoas? Vocês, ou alguns de vocês, são livres para rolar-se no meio dessa lama, mas farão isso sem mim.
Então, meus queridos amigos, para resumir, gostaria de dar-lhes alguns pequenos princípios. Meus queridos fiéis, vocês podem ser a favor ou contra o acordo. Mas há uma coisa que você e eu temos que fazer é considerar os princípios da fé. Em primeiro lugar deixe-me lembrá-lo o que Padre Barielle, Professor em Econe e Confissor de Mons.Lefebvre disse... Ele era um homem de fé e providencialmente ajudou a FSSPX, dando-lhes os exercícios espirituais de Santo Inácio. Isto é o que ele escreveu em 1982. Eu estou escrevendo isto para servir como uma lição para todos. O dia em que a FSSPX abandonar o espírito e as regras de seu fundador ela estará perdida. Mais que isso, todos os nossos irmãos que a partir de agora nos julgam, e logo condenam nosso fundador e seus princípios, não hesitam em retirar o ensinamento tradicional da Igreja e da Missa instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo da FSSPX. Meus amigos, não há exceções no o Padre escreveu. Todos aqueles, sem exceção, que criticaram Mons. Lefebvre e que fizeram uma aliança com Roma, todos eles, sem exceção, tiveram que engolir o Concílio Vaticano II e seus erros, bem como a Nova Missa. Qual é, então, o espírito do fundador? Nunca se esqueçam, caríssimos fiéis, e isso é o que o Padre Barielle sempre me dizia, Mons. Lefebvre recebeu a graça de fundar a FSSPX. Nenhum dos outros membros têm essa graça.Eles receberam a graça de seguir o trabalho de mons. Lefebvre. Se nós quisermos mudar a graça recebida por Mons. Lefebvre, estaremos fazendo algum além e iremos cair. O que Mons. Lefebvre diz? É nisso que eu me baseio e são esses princípios que eu lhe peço para meditar. Em 27 de Novembro de 1988, depois das Consagrações Episcopais, Mons. Lefebvre foi excomungado por Roma Modernista, e é isso que ele disse. "A verdadeira e fundamental oposição entre nós e Roma é o Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele reinará, diz São Paulo, nosso Senhor veio para reinar. Eles dizem não e nós dizemos sim com todos os Papas. Por que houve missionários por tantos anos? Para pregar que Jesus Cristo é o verdadeiro Senhor, para dizer aos pagãos se converterem. E agora temos de parar e dizer aos pagãos que sua religião é ok, continue nela; desde que vocês sejam bons budistas, muçulmanos e pagãos. É por isso que nunca poderemos concordar com Roma, pois obedecemos nosso Senhor Jesus Cristo, que disse aos Apóstolos: Ide e ensinai o Evangelho até os confins da terra. É por isso que não é surpreendente que não podemos concordar com Roma. Enquanto Roma não retornar à fé do Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo não será possível. É por isso que eles nos dão a impressão de que todas as religiões são boas, nossa luta é um ponto da Fé Católica.
Alguns meses mais tarde, mas ainda em 1988, Monsenhor disse, precisamos estar determinados a não fazer nenhum compromisso, tanto no que diz respeito aos sedevacantistas, aqueles que pensam que não há Papa, quanto aqueles que querem absolutamente ser sujeitos à autoridade eclesiástica. Queremos permanecer anexado ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Agora, o Vaticano II foi destronou Nosso Senhor. Queremos permanecer fiéis ao Senhor, o Rei, Príncipe Regente de todo o mundo. Nós não podemos mudar nada nessa linha de ação. Da mesma forma, quando nos perguntam quando haverá um acordo com Roma, a minha resposta é simples: quando Roma reconhecer a Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nós nunca podemos concordar com aqueles que destronam o Nosso Senhor. O dia em que eles reconhecerem novamente Nosso Senhor, o Rei das Nações, não será nos juntarmos à Igreja, mas a volta deles para a Igreja aonde nós permanecemos. Isso, meu queridos fiéis, é o que eu poderia assinar hoje. No dia da minha ordenação sacerdotal assinei o juramento anti-modernista, o que quer dizer que eu assinei para lutar contra esse erro que é a síntese de todos os erros de acordo com as palavras de São Pio X. Eu não só assinei, como não vou retirar a minha assinatura, mesmo que me joguem para fora das Igrejas que temos construído. A Fraternidade de São Pio X que eu aderi de forma absoluta, mas á FSSPX que é anti-modernista, ela continuará e eu vou continuar nela. E isso até minha morte. Para terminar gostaria de afirmar que eu vivi por muitos anos com um sacerdote santo, chamado Padre LaPraz, que ofereceu a sua vida e todos os seus sofrimentos não só para a Igreja, mas para a FSSPX. E eu com certeza sei, depois de ter conversado muitas e muitas vezes com ele sobre isso, eu sei que ele nunca teria assinado qualquer outra coisa que não seja o juramento anti-modernista. Já em 1990, o Padre LaPraz percebeu que havia pessoas haviam se infiltrado na FSSPX da mesma forma que foi feito no Concílio Vaticano II. Nós notificamos os responsáveis. A única coisa que recebemos em troca foi um golpe com o báculo. Mas isso não importa, pois vamos continuar esta luta, porque nós assinamos, porque amamos a Igreja, a verdadeira Igreja. Vamos continuar esta luta com todos aqueles que desejam lutar conosco. Graças a Deus, queridos fiéis, estamos trabalhando para o Céu e não para este ou aquele Bispo ou por este ou aquele Papa. Eu estou trabalhando para Cristo Rei e para mais ninguém. Deixe isso ser dito e repetido. Eu digo isso e eu te abençoo. Amen.
05/06/2012
O conselho foi dado, mas esse valeria até ser comprado!
Transcrevo, abaixo, parte do sermão do Padre Joseph Pffeifer aonde ele relata um conselho vindo da onde menos se espera: De uma pessoa, que ainda há pouco, assinava um acordo com Roma Modernista; Padre Laguérie, Superior do Instituto do Bom Pastor.
Eis o magnífico relato:
Você sabe que o Padre Laguérie, Superior do Instituto Bom Pastor, que foi fundado em 2006, telefonou há um mês atrás para o Padre Cacqueray. Padre Cacqueray é o Padre francês que esteve aqui (Filipinas). Em 2006, o Padre Laguérie estava em sua Igreja e ele não iria sair dela (mesmo querendo o acordo que, até então, a FSSPX era totalmente contra). Foi quando o Padre Cacqueray entrou em sua Igreja, sozinho. Ele caminhou até o corredor central rodeado por 250 pessoas que estavam ouvindo Padre Laguérie. Ele foi a frente de todas essas pessoas e disse ao Padre Laguérie, "Saia desta Igreja, esta Igreja é da FSSPX. Você não está seguindo nossas regras, já para fora! E vocês (fiéis), saiam!" Padre Laguérie, então, replicou: "Estou feliz porque você veio até a mim como um homem, falou comigo como homem e me condenou também como um homem. Eu vou sair." E ele saiu.
Eis o magnífico relato:
Você sabe que o Padre Laguérie, Superior do Instituto Bom Pastor, que foi fundado em 2006, telefonou há um mês atrás para o Padre Cacqueray. Padre Cacqueray é o Padre francês que esteve aqui (Filipinas). Em 2006, o Padre Laguérie estava em sua Igreja e ele não iria sair dela (mesmo querendo o acordo que, até então, a FSSPX era totalmente contra). Foi quando o Padre Cacqueray entrou em sua Igreja, sozinho. Ele caminhou até o corredor central rodeado por 250 pessoas que estavam ouvindo Padre Laguérie. Ele foi a frente de todas essas pessoas e disse ao Padre Laguérie, "Saia desta Igreja, esta Igreja é da FSSPX. Você não está seguindo nossas regras, já para fora! E vocês (fiéis), saiam!" Padre Laguérie, então, replicou: "Estou feliz porque você veio até a mim como um homem, falou comigo como homem e me condenou também como um homem. Eu vou sair." E ele saiu.
Seis anos mais tarde Padre Laguérie telefona para o Padre Cacqueray. "Padre, lembra de mim? Eu sou o Padre que você, de maneira correta, colocou para fora; como devia ser mesmo feito. E eu estou lhe dizendo, não faça um acordo com Roma! Eu fiz. Nós fizemos um acordo há seis anos atrás e agora eles estão esmagando-nos. Você viu o documeto de 23 de Março (2012) aonde o Cardeal Pozzo, o Palhaco (trocadilho do Padre Pffeifer ou Padre Laguérie), ordena-nos a viver segundo o espírito do Summorum Pontificum, que temos que aceitar a Missa Nova, que temos que incorporar o (Novo) Catecismo da Igreja Católica em nossos seminários, que temos que ensinar o Modernismo e esse lixo em nossos seminários. Estamos encurralados. Mas eles nos garantiram há seis anos atrás, "não exigimos nenhuma condição." Eu estou te ligando por causa do respeito que tenho por você, porque você me tratou como homem. Por isso estou lhe dizendo isso."
Então, Padre de Cacqueray, Superior Geral da FSSPX na França, passou a mensagem para Dom Fellay.
Assinar:
Postagens (Atom)







