09/01/2007

Confissão de um "Ministro" da Eucaristia...

Confissão de um "Ministro" da Eucaristia

Um ex-"ministro" da Eucaristia, com a graça de Deus arrepende-se de sua ocupação neste sacrílego ato de administrar a comunhão na mão. Ele nos disponibiliza aqui em primeira mão, um estudo provando o porque este ato de distribuir aComunhão na mão é sacrílego e um total desrespeito para com Deus. O escritor solicita perdão de seus pecados e pede também o levantamento de sua excomunhão, postaremos aqui um resumo de suas pesquisas e descobertas.
Por Charles St. George
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Carta ao Santo Papa, João Paulo II

Eu, Charles Andre St. George, me auto-acuso de cometer e participar de graves, numerosos e ultrajantes erros contra o Sacratíssimo Sacramento nos anos de 1980 ate' 1991. Favor escutar meu apelo e conceder meu pedido.

Primeiramente, tenho que atestar que fôra recetemente que aprendi através do Catecismo Romano, pag. 233 "Que neste Sacramento não só contém o Verdadeiro Corpo de Cristo e todos seus componentes (ossos e nervos) como Cristo por completo", e mais adiante na pag. 239 que "o Corpo de Nosso Senhor esta' contido por inteiro ate' mesmo na menor partícula do pão(Hóstia)."

E segundo, que somente recentemente aprendi através da "Enciclopédia Católica", pag. 153, que "excomunhão é imposta de acordo com as regras a seguir":
(A)"Atos reservaddos de maneira especial pela Santa Sé são: Jogando fora, levando ou retendo as sagradas espécies para outras práticas."

Eu Confesso que joguei, ou causei que fossem jogadas foras aproximadamente 60,000 Hóstias consagradas de 1980 a 1991, e que causei que muitas destas Hóstias fossem pisoteadas ou profanadas. Estes graves pecados não foram motivados por um ódio formal a Deus, mas por um motivo banal - Eu simplesmente não ligava (não estava nem ai'). Eu era um Ministro Extraordinário da Eucaristia e as vezes recebia Nosso Senhor na mão invés de recebe-lo na boca. Como a maioria dos comungantes recebiam na mão, eu gentilmente colocava a Hóstia na palma de suas mãos. E de acordo com minha análise científica, feita juntamente com meu filho Joseph, segue anexado que:

Quando recebe-se a comunhão na mão, se tem, em média, algo em torno de 4 partículas (e/ou farelos) visíveis que se separam de cada Hóstia.

Como prova, comprei da "Catholic Suply of St. Louis Missouri", Hóstias anunciadas como: "Nos temos orgulho de oferecer, de longe, o melhor pão pra altar (Hóstia)."(...)" Todos nossos pães (Hostias) são cuidadosamente moldados, com as bordas seladas que previne farelos."

Ou seja, nos usamos a "melhor" e o resultado do teste foi media 3.68 farelos por comunhão.

Acredito que eu tenha distribuído algo em torno de 15,000 Hóstias aos comungantes no período que fui Ministro da Eucaristia. E' seguro dizer então que isso gerou algo em torno de 60,000 pequeninas partículas visíveis. Quando eu ia receber a comunhão na mão, eu olhava minha palma e 'as vezes encontrava um, dois ou mais fragmentos... Com a ponta de meu dedo indicador procurava "pesca'-las", mas tinha a certeza de que não era todas as partículas que eram recuperadas/consumidas. Como ministro da Eucaristia, de inúmeras Hóstias que entregava nas mãos, eu não me lembro uma vez se quer de ver alguém examinando a palma da mão ou as pontas dos dedos para ver se alguma partícula havia se desmembrado da Hóstia.

Deste modo, o que aconteceu com essas 60,000 partículas contendo Nosso Senhor e Deus em que eu era o responsavel pela distribuição? Simples, elas eventualmente se desprenderiam das mãos desses comunicantes com o movimento de suas mãos, fazendo as mesmas caírem no chão, em suas roupas ou se desprenderiam em qualquer outro local desconhecido. A maioria, poderíamos presumir que cairiam ainda no chão da igreja. A doutrina Católica citada acima atesta que essas partículas são Jesus em Sua totalidade tanto quanto na totalidade que e' encontrada na Hóstia que o padre consagra e comunga!

Assim como eu, qualquer Católico que tiver ido a Missa aonde há Comunhão na mão encontrara' uma variedade de partículas (mesmo que nao percebidas) aonde inconscientemente e repetitivamente estarão esfregando seus pés no rosto do Próprio Jesus Cristo!

Hoje, só de pensar nisso, fico horrorizado. Alguns, incluindo a mim, simplesmente não interessava em saber o que eles faziam. Assim mesmo, será que Nosso Senhor não se angustia em ver essas coisas e essas pessoas que simplesmente "não ligam"(não estão nem ai') ??? O que a Virgem Maria deve pensar deste tratamento dado a Seu crucificado Filho?

Não por mim, mas pelo amor que vossa Santidade tem pela Virgem Maria Mãe de Deus, eu imploro Vossa Santidade duas coisas: Levante essa minha excomunhão e perdoe estes gravíssimos pecados cometidos sem que eu ao menos me preocupasse com Nosso Senhor em Pessoa.

Estudo das Partículas, 17 de Abril 2002

Meu adolescente filho Joseph foi meu auxiliar neste estudo encenando o comungante, enquanto eu o ministro da Eucaristia. Para este estudo, comprei da "Catholic Supply of St. Louis- Missouri", uma caixa de 1,000 (1 1/8" de diametro) hostias para altar, item #57212, anunciadas no web-site http://www.catholicsupply.com/church/wine.html como: "Nos temos o prazer em oferecer de longe a melhor Hóstia para altar. Todas nossas Hostias são cuidadosamente moldadas, com bordas seladas que previne farelos." Esta propaganda, ingenuamente acreditada por muitos, e' uma das razoes por qual decidi fazer tal estudo.

Para este ensaio, meu filho Joseph e eu nos preparamos cuidadosamente lavando nossas mãos e enxugando-as bem com toalhas. Em seguida examinamos nossas pontas dos dedos e a palma esquerda de Joseph, (que estaria recebendo a Hóstia) para assegurarmos que não havia nenhum resíduo de qualquer matéria em suas mãos que pudessem ser confundidos com partículas da "Hóstia". Determinei que iríamos procurar pelas partículas após cada "comunhão" dada em três áreas: ponta dos meus dedos, palma de meu filho Joseph e suas pontas dos dedos. Depois, determinei que contaríamos os resultados de 25 comunhões e registraríamos quantas e aonde essas partículas foram encontradas. Contaríamos somente as partículas vistas a "olhos-nu" por nos dois.

O conteúdo do primeiro pacote de Hóstias foi cuidadosamente esvaziado e colocado num copo de plástico. Recordando meu treinamento de Ministro da Eucaristia (que Deus me perdoe), eu peguei gentilmente a Hóstia entre meu dedo indicador direito e meu dedão para dar a "comunhão" na palma esquerda de Joseph, com firmeza suficiente apenas para assegurar a transferência. Joseph ainda comentou que os Ministros da Eucaristia que lhe davam Comunhão nas missas eram menos gentis. Ele então pegava a "Hóstia" entre seu dedo indicador direito e dedão e colocava-a na língua sem deixar os dedos da mão esquerda tocarem sua língua, enquanto nos dois examinávamos: primeiro, meu dedo indicador direito, depois meu dedão direito, depois sua palma esquerda, depois seu dedo indicador direito, e finalmente seu dedão direito, procurando por partículas da "Hóstia" que poderiam estar aderentes a' nossas mãos pela manipulação múltipla e manuseios desta pratica. Nos raspávamos cuidadosamente qualquer partícula encontrada antes da próxima "comunhão"com a lamina de uma afiada faca para assegurar que não contaríamos qualquer partícula duas vezes.

O que essa experiência estava descobrindo? Encontraríamos part~iculas nestas 25 "Hóstias" que foram uma por uma retiradas do copo de plástico e colocadas na palma de Joseph para que ele as transferissem para a boca? Nos dois ficamos pertubados e assustados com o numero de paríiculas encontradas:

Das 25 "comunhões", nos achamos um total de 92 partículas individuais, visíveis a "olho-nú", o que da uma margem de 3.68 farelos/partículas por "comunhão".

Como detalhado na informação estatística (veja abaixo), encontramos 27 partículas na ponta dos meus dedos, 47 partículas na palma de Joseph, e outras 18 partículas das pontas de seus dedos. Esperamos que essa experiência possa honrar Nosso Senhor e que possa ajudar aqueles que ainda ligam para Ele.



Você leitor desta carta, e' chamado aqui a fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudar a por um fim neste grande mau que, pretende tratar Nosso Senhor da pior maneira possível. Deus não recebera' nos Céus aqueles que O jogam fora, ou aqueles que esfregam as solas de seus sapatos em Seu rosto. Este alerta e' enviado para que vocês possam descartar "qualquer desculpa" neste quesito. O Imperador Japonês, ao condenar a morte verdadeiros Católicos há alguns séculos atrás, ofereciam 'a eles a chance de renunciar a Fé e salvar suas peles. Tudo o que eles tinham que fazer para se livrarem da morte era renunciar a Fé e negar a Cristo pisando numa Cruz de madeira colocada ao chao. Nem mesmo este Imperador foi tão maldoso e demoníaco em fazer estes mártires pisar numa Hóstia Consagrada -O Próprio Deus Todo Poderoso- , mas agora, a maioria dos Bispos Católicos estão 'de facto', ordenando que estas coisas sejam cometidas por todos no's ao entrarmos nestas detestáveis Igrejas.

Qualquer um ao entrar numa Igreja aonde se pratica a comunhão na mão, sem que estas partículas sejam respeitosamente purificadas; estarão entrando num campo minado de "pequenas partículas", e que, com certeza esfregarão seus calcanhares na Sagrada Face de Jesus.








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Ainda num Documento pós conciliar, entitulado Redemptionis Sacramentum, encontramos:





1. O ministro extraordinário da Sagrada Comunhão



[154.] Como já se tem lembrado, «só o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia, atuando in persona Christi».[254] Pois o nome de «ministro da Eucaristia» só se refere, propriamente, ao sacerdote. Também, em razão da sagrada Ordenação, os ministros ordinários da sagrada Comunhão são: o Bispo, o presbítero e o diácono,[255] aos que correspondem, portanto, administrar a sagrada Comunhão aos fiéis leigos, na celebração da santa Missa. Desta forma se manifesta adequada e plenamente sua tarefa ministerial na Igreja, e se realiza o sinal do sacramento.



[155.] Além dos ministros ordinários, está o acólito instituído ritualmente, como ministro extraordinário da sagrada Comunhão, inclusive fora da celebração da Missa. Todavia, só o aconselham em razões de verdadeira necessidade, conforme às normas do direito,[256] o Bispo diocesano pode delegar também outro fiel leigo como ministro extraordinário, quer seja por um momento, quer seja por um tempo determinado, recebida na maneira devida a benção. Sem dúvida, este ato de designação não tem necessariamente uma forma litúrgica, nem de modo algum e lugar, possa-se imitar a sagrada Ordenação. Só em casos especiais e imprevistos, o sacerdote que preside a celebração eucarística pode dar um permissão ad actum.[257]



[156.] Neste ministério, entendendo-se conforme o seu nome em sentido estrito, o ministro é um extraordinário da sagrada Comunhão, jamais um «ministro especial da sagrada Comunhão», nem «ministro extraordinário da Eucaristia», nem «ministro especial da Eucaristia»; com o uso destes nomes, amplia-se indevida e impropriamente o seu significado.



[157.] Se habitualmente há número suficiente de ministros sagrados também para a distribuição da sagrada Comunhão, não se podem designar ministros extraordinários da sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, os que têm sido designados para este ministério, não o exerçam. Reprove-se o costume daqueles sacerdotes que, a pesar de estar presentes na celebração, abstém-se de distribuir a Comunhão, delegando esta tarefa a leigos.[258]



[158.] O ministro extraordinário da sagrada Comunhão poderá administrar a Comunhão somente na ausência do sacerdote ou diácono, quando o sacerdote está impedido por enfermidade, idade avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando é tão grande o número dos fiéis que se reúnem à Comunhão, que a celebração da Missa se prolongaria demasiado.[259] Por isso, deve-se entender que uma breve prolongação seria uma causa absolutamente suportável, de acordo com a cultura e os costumes próprios do lugar.



[159.] Ao ministro extraordinário da sagrada Comunhão nunca lhe está permitido delegar nenhum outro para administrar a Eucaristia, como, por exemplo, os pais, o esposo ou filho do enfermo que vai a comungar.



[160.] O Bispo diocesano examine de novo a praxe nesta matéria durante os últimos anos e, se for conveniente, corrija-a ou a determine com maior clareza. Onde, por uma verdadeira necessidade, haja difundido a designação deste tipo de ministros extraordinários, é de responsabilidade do Bispo diocesano, tendo presente a tradição da Igreja, dar as diretrizes particulares que estabeleçam o exercício desta tarefa, de acordo com as normas do direito. (Destaques meus.)


http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccdds/documents/rc_con_ccdds_doc_20040423_redemptionis-sacramentum_po.html#CAPÍTULO%20VII












10,000 Comungantes, e todos recebendo O mais Augusto Sacramento na língua e de joelhos!!!


Olhem esta foto antes de tentarem justificar suas desculpas do porque se cometer tamanhos e inúmeros sacrilégios com o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo!


Brother Pius [V]


T.O.S.D


Até quando Senhor.....Até quando..???

Um comentário:

Joilton Ferreira de Moura disse...

A matéria aui descrita me chamou a atenção, sou ministro e catequista e acredito que a Igreja precisa tomar mais cuidado em relação a comunhão. Esse artigo é muito importante e deve ser enviado aos sacerdotes do mundo inteiro.